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Transportes e descobertas

A grande viagem dos contêineres

Pipo, Lila e Teco acompanham uma carga de livros do interior ao porto e ao mundo. Uma história sobre caminhões, trens, navios e as pessoas que conectam lugares, com descobertas, atividades e desenhos para colorir.

52 páginas no material para imprimir
A grande viagem dos contêineres — a turma na aventura

Para famílias e educadores · PDF, página 2

Seu passaporte para uma grande viagem

Para crianças de 5 a 10 anos, com leitura compartilhada. As contas mais avançadas podem ser feitas com um adulto.

Seu passaporte para uma grande viagem — ilustração do material original
Seu passaporte para uma grande viagem — ilustração do material original
Seu passaporte para uma grande viagem — ilustração do material original

Pipo Lila Teco

Uma caixa grande pode levar muitos livros. Uma história pode conectar muitos lugares.

Vamos descobrir juntos?

1 Uma carga de livros atravessa o mundo 3 a 10

2 Entenda cada etapa, tipo e medida 11 a 39

3 Missões, cartões, maquete e colorir 40 a 46

4 Apoio, fontes e lembranças da viagem 47 a 52

História fictícia: o espaço educativo e as galerias de observação não representam visitas ou serviços oferecidos pelos portos. A turma acompanha a carga; não viaja dentro do contêiner ou no navio. Fontes oficiais e técnicas ao final. Publicação independente.

A história · PDF, página 3

Uma pergunta dentro de um livro

Acompanhe a carga e descubra as pessoas, os lugares e os cuidados de uma grande viagem.

Pipo abriu um livro novo na escola. ‘Como tantos livros chegam a lugares tão diferentes?’, perguntou.
A aventura continua · 1

Pipo abriu um livro novo na escola. ‘Como tantos livros chegam a lugares tão diferentes?’, perguntou.

Ana trouxe caixas e uma maquete. ‘Hoje vamos acompanhar uma carga de livros que atravessa o oceano.’
A aventura continua · 2

Ana trouxe caixas e uma maquete. ‘Hoje vamos acompanhar uma carga de livros que atravessa o oceano.’

Lila imaginou uma biblioteca bem longe. Teco se aproximou: uma viagem de descobertas estava começando.
A aventura continua · 3

Lila imaginou uma biblioteca bem longe. Teco se aproximou: uma viagem de descobertas estava começando.

A turma combinou observar, perguntar e registrar. A carga viajaria; os amigos acompanhariam sua história.
A aventura continua · 4

A turma combinou observar, perguntar e registrar. A carga viajaria; os amigos acompanhariam sua história.

A história · PDF, página 4

Caixas grandes, muitos caminhos

Acompanhe a carga e descubra as pessoas, os lugares e os cuidados de uma grande viagem.

No espaço educativo, conheceram um contêiner de demonstração. Ana mostrou as portas, as paredes e os cantos reforçados.
A aventura continua · 1

No espaço educativo, conheceram um contêiner de demonstração. Ana mostrou as portas, as paredes e os cantos reforçados.

Uma caixa menor representava 20 pés; outra, 40 pés. Lila percebeu que uma medida podia ajudar a comparar.
A aventura continua · 2

Uma caixa menor representava 20 pés; outra, 40 pés. Lila percebeu que uma medida podia ajudar a comparar.

Pipo viu contêineres de várias cores. ‘A cor não conta tudo’, disse Ana. ‘O tipo e a identificação ajudam muito mais.’
A aventura continua · 3

Pipo viu contêineres de várias cores. ‘A cor não conta tudo’, disse Ana. ‘O tipo e a identificação ajudam muito mais.’

O modelo branco mostrava uma máquina de refrigeração. Algumas cargas precisam manter a temperatura durante a viagem.
A aventura continua · 4

O modelo branco mostrava uma máquina de refrigeração. Algumas cargas precisam manter a temperatura durante a viagem.

A história · PDF, página 5

Da origem aos primeiros quilômetros

Acompanhe a carga e descubra as pessoas, os lugares e os cuidados de uma grande viagem.

Profissionais embalaram os livros e organizaram as caixas. A turma observou a demonstração por uma janela de visitantes.
A aventura continua · 1

Profissionais embalaram os livros e organizaram as caixas. A turma observou a demonstração por uma janela de visitantes.

A carga foi acomodada e fixada no contêiner azul. Conferiram o peso e fecharam as portas com um lacre.
A aventura continua · 2

A carga foi acomodada e fixada no contêiner azul. Conferiram o peso e fecharam as portas com um lacre.

O contêiner foi preso ao chassi de uma carreta. O motorista seguiu uma rota planejada até o terminal ferroviário.
A aventura continua · 3

O contêiner foi preso ao chassi de uma carreta. O motorista seguiu uma rota planejada até o terminal ferroviário.

Pipo entendeu: ‘O caminhão leva a caixa grande. Os livros continuam protegidos lá dentro!’
A aventura continua · 4

Pipo entendeu: ‘O caminhão leva a caixa grande. Os livros continuam protegidos lá dentro!’

A história · PDF, página 6

Quando a viagem ganha trilhos

Acompanhe a carga e descubra as pessoas, os lugares e os cuidados de uma grande viagem.

No terminal, uma máquina transferiu o contêiner para o vagão. Caminhão e trem participavam da mesma viagem.
A aventura continua · 1

No terminal, uma máquina transferiu o contêiner para o vagão. Caminhão e trem participavam da mesma viagem.

A locomotiva puxou muitos vagões com contêineres. Teco quis contar: cada composição tem sua capacidade.
A aventura continua · 2

A locomotiva puxou muitos vagões com contêineres. Teco quis contar: cada composição tem sua capacidade.

O trem seguiu pelos trilhos em direção ao porto. O caminho também inclui paradas e operações nos terminais.
A aventura continua · 3

O trem seguiu pelos trilhos em direção ao porto. O caminho também inclui paradas e operações nos terminais.

Na maquete, Pipo refez a troca de transporte. O contêiner mudava de veículo sem que os livros fossem retirados.
A aventura continua · 4

Na maquete, Pipo refez a troca de transporte. O contêiner mudava de veículo sem que os livros fossem retirados.

A história · PDF, página 7

O porto é uma cidade de encontros

Acompanhe a carga e descubra as pessoas, os lugares e os cuidados de uma grande viagem.

A turma acompanhou a chegada ao terminal de Paranaguá. Havia trilhos, caminhões, pátios e grandes navios.
A aventura continua · 1

A turma acompanhou a chegada ao terminal de Paranaguá. Havia trilhos, caminhões, pátios e grandes navios.

Os profissionais conferiram dados, documentos e o peso da carga. Cada contêiner precisava seguir para o destino certo.
A aventura continua · 2

Os profissionais conferiram dados, documentos e o peso da carga. Cada contêiner precisava seguir para o destino certo.

No pátio, as caixas grandes aguardavam organizadas. Os refrigerados tinham pontos de energia e acompanhamento.
A aventura continua · 3

No pátio, as caixas grandes aguardavam organizadas. Os refrigerados tinham pontos de energia e acompanhamento.

Ana mostrou o plano de embarque. ‘Cada posição é pensada para a viagem, o peso, a segurança e o destino.’
A aventura continua · 4

Ana mostrou o plano de embarque. ‘Cada posição é pensada para a viagem, o peso, a segurança e o destino.’

A história · PDF, página 8

O gigante que levanta com precisão

Acompanhe a carga e descubra as pessoas, os lugares e os cuidados de uma grande viagem.

Um veículo do terminal levou o contêiner azul até o cais. A turma observou de uma área separada e segura.
A aventura continua · 1

Um veículo do terminal levou o contêiner azul até o cais. A turma observou de uma área separada e segura.

O portêiner encaixou o spreader nos cantos superiores. As travas permitiram levantar a caixa conforme a operação planejada.
A aventura continua · 2

O portêiner encaixou o spreader nos cantos superiores. As travas permitiram levantar a caixa conforme a operação planejada.

O guindaste levou o contêiner até a posição no navio. Outros ficavam nos porões e também acima do convés.
A aventura continua · 3

O guindaste levou o contêiner até a posição no navio. Outros ficavam nos porões e também acima do convés.

Depois, profissionais fizeram as fixações previstas. Pipo ficou admirado: embarcar exige equipe e muita precisão.
A aventura continua · 4

Depois, profissionais fizeram as fixações previstas. Pipo ficou admirado: embarcar exige equipe e muita precisão.

A história · PDF, página 9

O oceano pede tempo e cuidado

Acompanhe a carga e descubra as pessoas, os lugares e os cuidados de uma grande viagem.

O navio partiu com cargas para outros lugares. A turma acompanhou a viagem no mapa da sala de aula.
A aventura continua · 1

O navio partiu com cargas para outros lugares. A turma acompanhou a viagem no mapa da sala de aula.

‘Quantos contêineres cabem?’, perguntou Lila. Ana explicou o TEU: uma unidade para comparar capacidades.
A aventura continua · 2

‘Quantos contêineres cabem?’, perguntou Lila. Ana explicou o TEU: uma unidade para comparar capacidades.

Na rota usada como exemplo, o prazo divulgado de Paranaguá a Roterdã era de 21 dias. Outras rotas têm outros tempos.
A aventura continua · 3

Na rota usada como exemplo, o prazo divulgado de Paranaguá a Roterdã era de 21 dias. Outras rotas têm outros tempos.

Pipo marcou as etapas no calendário. Além de navegar, a carga pode esperar no porto e passar por outras operações.
A aventura continua · 4

Pipo marcou as etapas no calendário. Além de navegar, a carga pode esperar no porto e passar por outras operações.

A história · PDF, página 10

Uma viagem que aproxima pessoas

Acompanhe a carga e descubra as pessoas, os lugares e os cuidados de uma grande viagem.

No porto de destino, a equipe descarregou o contêiner. Depois das conferências e liberações, a carga seguiu para terra.
A aventura continua · 1

No porto de destino, a equipe descarregou o contêiner. Depois das conferências e liberações, a carga seguiu para terra.

Os livros chegaram a uma biblioteca em outro país. Uma criança abriu uma caixa e descobriu novas histórias.
A aventura continua · 2

Os livros chegaram a uma biblioteca em outro país. Uma criança abriu uma caixa e descobriu novas histórias.

Ana mostrou à turma uma imagem daquela biblioteca. Pipo se emocionou: tanta gente tinha ajudado os livros a chegar!
A aventura continua · 3

Ana mostrou à turma uma imagem daquela biblioteca. Pipo se emocionou: tanta gente tinha ajudado os livros a chegar!

O contêiner vazio seguiria para inspeção e outro uso. Pipo abraçou Lila: ‘Uma viagem pode levar muito mais que caixas.’ Fim.
A aventura continua · 4

O contêiner vazio seguiria para inspeção e outro uso. Pipo abraçou Lila: ‘Uma viagem pode levar muito mais que caixas.’ Fim.

Descobertas · PDF, página 11

O que é um contêiner?

É uma unidade resistente e padronizada de transporte. Pode mudar de veículo mantendo a carga acomodada.

O que é um contêiner? — diagrama ilustrativo do PDF

Paredes e teto Cantos reforçados

Base e piso

Paredes, teto e piso

Protegem e delimitam o espaço de carga. O modelo mais comum tem paredes metálicas com ondulações.

Portas e fechamento

Permitem carregar e retirar mercadorias. Uma unidade fechada pode receber lacre, conforme a operação.

Cantos e estrutura

Os pontos reforçados participam do apoio, do manuseio e da fixação aos veículos.

Uma identidade própria

Códigos e marcações ajudam a reconhecer a unidade, seu tipo, suas medidas e os limites declarados.

Desenho simplificado, sem escala. As características variam por tipo e fabricante.

Fontes: 1, 3, 4, 15.

Descobertas · PDF, página 12

20 pés, 40 pés e High Cube

Pés são uma unidade de comprimento. As medidas abaixo são externas e arredondadas para leitura.

20 pés, 40 pés e High Cube — diagrama ilustrativo do PDF

20 pés

40 pés

Cerca de 6,06 m de comprimento

Cerca de 12,19 m de comprimento

Largura comum

Cerca de 2,44 m nos contêineres padrão mostrados. Por dentro, o espaço é menor por causa da estrutura.

Alturas diferentes

O padrão comum tem cerca de 2,59 m de altura. Um High Cube tem cerca de 2,90 m, oferecendo espaço extra.

Mais espaço não significa dobro de peso

Capacidade em volume e limite de peso são coisas diferentes. Confira sempre os limites da unidade e do veículo. Um contêiner de 40 pés não pode levar automaticamente o dobro da massa de um de 20.

Fonte: 1. Desenhos comparativos de comprimento; sem escala técnica.

Descobertas · PDF, página 13

TEU: contar espaço com a mesma régua

TEU ajuda a comparar capacidades. Ele não é um peso e não é sempre igual ao número de caixas físicas.

TEU: contar espaço com a mesma régua — diagrama ilustrativo do PDF

1 contêiner de 20 pés

1 TEU

1 contêiner de 40 pés

2 TEU

2 contêineres de 20 pés

2 TEU

Mesma conta, objetos diferentes

Um contêiner de 40 pés e dois de 20 somam 2 TEU. Na primeira situação há 1 caixa física; na segunda, 2. A disposição real também depende dos espaços disponíveis.

Fontes: 2, 22. Equivalência didática dos comprimentos padrão.

Descobertas · PDF, página 14

O que pode viajar lá dentro?

O tipo de contêiner e a preparação dependem da mercadoria, do peso e das condições exigidas.

O que pode viajar lá dentro? — ilustração do material original

A carga da nossa história

Caixas de livros são organizadas e protegidas para viajar. Esse é um exemplo; outras cargas têm outros cuidados.

Objetos do cotidiano

Livros, roupas, brinquedos, móveis e peças industriais podem viajar em contêineres adequados.

Produtos agrícolas

Café, açúcar, algodão e grãos também podem ser acondicionados, por exemplo em sacos ou embalagens apropriadas.

Cargas com temperatura

Frutas, carnes, laticínios e outros produtos sensíveis podem precisar de contêiner refrigerado.

Uma ou várias empresas

Uma operação pode ocupar uma unidade com carga de um cliente ou reunir cargas compatíveis, organizadas por profissionais.

Nem todo navio usa contêineres

Graneleiros levam cargas a granel em porões. Navios-tanque e outros tipos de embarcação têm sistemas próprios.

Fontes: 5, 10, 11, 15. Exemplos, não autorização para qualquer carga.

Descobertas · PDF, página 15

Cada carga pede uma caixa adequada

O formato ajuda a reconhecer o uso, mas a identificação e as especificações confirmam o tipo.

Cada carga pede uma caixa adequada — diagrama ilustrativo do PDF

Dry / seco

Caixa fechada para cargas que não exigem refrigeração ativa.

Reefer / refrigerado

Isolamento e máquina para manter temperatura conforme a carga.

High Cube

Caixa mais alta; pode ser seca ou refrigerada. A altura não define a carga.

Open Top

Abertura superior com cobertura apropriada para certas cargas e operações.

Flat Rack

Plataforma com estrutura para cargas especiais, conforme as condições de transporte.

Tanque / tank

Tanque dentro de uma estrutura. Há unidades específicas para líquidos compatíveis.

Observe as diferenças de construção

Os desenhos são esquemas simplificados. Abertura superior, plataforma e tanque têm usos próprios. A escolha e o uso reais cabem a profissionais.

Fontes: 1, 5. Tipos especiais ilustrados de modo simplificado.

Descobertas · PDF, página 16

A cor não conta o que há dentro

Contêineres podem ser azuis, vermelhos, verdes, laranjas, brancos e de outras cores.

A cor não conta o que há dentro — diagrama ilustrativo do PDF

Cores de marca e frota

Empresas usam pinturas para sua identidade e reconhecimento. Não há um código universal de conteúdo pelas cores.

Refrigerados claros

Muitos reefers são brancos ou claros. Para reconhecer o tipo, observe a máquina, as marcações e a documentação.

Número da unidade

A identificação combina letras e números. Ela acompanha o contêiner nos documentos e nos sistemas.

Tipo, massa e limites

As marcações ajudam a informar tamanho, tipo, tara, massa bruta máxima e capacidade declarada.

Uma pergunta melhor

Em vez de dizer ‘é azul, então leva tal coisa’, pergunte: qual é o tipo, qual é a identificação e quais condições essa carga exige?

Fontes: 3, 4, 20, 24. A cor branca, sozinha, não comprova refrigeração.

Descobertas · PDF, página 17

Reefer: uma viagem com temperatura

A máquina mantém condições definidas para a mercadoria. Nem toda carga refrigerada está congelada.

Reefer: uma viagem com temperatura — diagrama ilustrativo do PDF

Máquina Circulação de ar em torno da carga

Esquema de princípio; não mostra toda a instalação.

Condições da mercadoria

Os ajustes de temperatura, ventilação e, quando aplicável, umidade variam conforme o produto.

Energia pelo caminho

No porto e no navio há conexões previstas. No transporte terrestre, geradores podem alimentar a unidade.

Ar precisa circular

A disposição da carga deve seguir orientação técnica. Obstruções podem prejudicar a manutenção da temperatura.

Carga preparada antes

O produto deve entrar na condição de transporte prevista. O reefer não substitui o preparo e os cuidados anteriores.

Sensores e sistemas de monitoramento ajudam a acompanhar as condições. Conexões e ajustes são tarefas profissionais.

Fontes: 5, 6, 7, 8, 24. Desenho didático, sem escala.

Descobertas · PDF, página 18

Preparar a carga antes de fechar

A viagem começa antes do caminhão sair. Embalagem, organização e conferência protegem mercadorias e pessoas.

Preparar a carga antes de fechar — ilustração do material original

Livros bem acomodados

As caixas ficam protegidas e fixadas. O espaço disponível é usado com planejamento, respeitando as condições da carga.

Embalar

Escolha e use a embalagem adequada para o material, a umidade, o manuseio e o trajeto.

Distribuir e fixar

Organize a massa e evite deslocamentos da carga com os recursos indicados para a operação.

Conferir a unidade

Verifique identificação, condição do contêiner, mercadoria e requisitos do transporte.

Fechar e registrar

Portas e lacre, quando usados, são conferidos. A informação acompanha a unidade nos documentos.

Tara + carga = massa bruta

Tara é a massa do contêiner vazio. A massa bruta inclui contêiner, mercadoria, embalagens e materiais usados na acomodação.

Fontes: 4, 14, 15. Explicação infantil; não é manual de acondicionamento.

Descobertas · PDF, página 19

O caminhão leva a caixa grande

A carreta conecta fábricas, depósitos, terminais e portos. Ela também pode fazer a última etapa da entrega.

O caminhão leva a caixa grande — ilustração do material original

Primeiro trecho da história

O caminhão transporta o contêiner azul até um terminal. Os livros continuam nas caixas, acomodados dentro dele.

Cavalo mecânico

É a parte com cabine e motor que traciona o semirreboque. O motorista conduz e acompanha a operação.

Chassi ou semirreboque

É a estrutura adequada que apoia a unidade. Não é o contêiner que tem rodas para viajar sozinho.

Fixação ao veículo

Dispositivos apropriados nos pontos de apoio mantêm o contêiner preso ao chassi durante o transporte.

Uma rede de caminhos

No Paraná, a BR-277 liga Curitiba e Paranaguá. A origem da carga pode estar em outros municípios e estados.

Uma visita pela observação

O transporte real é trabalho profissional. Nesta história, a turma observa de áreas separadas e aprende com modelos.

Fontes: 1, 12, 15. Veículos e limites variam conforme a configuração.

Descobertas · PDF, página 20

Quantos cabem em uma carreta?

Em um chassi compatível com 40 pés, uma configuração pode levar 1 unidade de 40 ou 2 unidades de 20.

Quantos cabem em uma carreta? — diagrama ilustrativo do PDF

Exemplo A • 1 contêiner de 40 pés

2 TEU

Exemplo B • 2 contêineres de 20 pés

2 TEU

Comprimento compatível

O chassi precisa ter dimensões e pontos de apoio adequados. Algumas configurações levam apenas uma unidade de 20 pés.

Peso e distribuição

Contêiner, carga e veículo têm limites próprios. Peso por eixo, combinação do veículo e regras da via também contam.

Os exemplos mostram equivalência de comprimento e TEU. Não autorizam a operação de um veículo nem definem seu peso máximo.

Fontes: 1, 2, 15, 22. Esquemas ilustrativos, sem escala.

Descobertas · PDF, página 21

O trem pode levar muitas unidades

A locomotiva traciona os vagões. A quantidade depende da composição, das cargas e da infraestrutura do caminho.

O trem pode levar muitas unidades — diagrama ilustrativo do PDF

Modelo com contêineres em um nível

Um exemplo real de 2023

Em uma viagem de teste Cubatão a Anápolis, Brado e Rumo usaram 58 vagões para levar 112 contêineres de 40 pés. Isso corresponde a 224 TEU. Nem todos estavam carregados.

Uma conta para aprender

Se um trem hipotético tiver 20 vagões com 1 contêiner de 40 em cada um, haverá 20 contêineres e 40 TEU.

Double-stack em rotas aptas

Vagões especiais podem levar caixas em dois níveis. Altura livre, pontes, túneis, trilhos e limites da rota precisam permitir.

A configuração do desenho não é o trem do teste. O número de vagões, sozinho, não determina a quantidade de contêineres.

Fontes: 9, 10, 22. Exemplo matemático explicitamente hipotético.

Descobertas · PDF, página 22

Como a caixa troca de transporte?

Mover a unidade entre veículos é uma operação planejada. Não é preciso retirar a mercadoria a cada troca.

Como a caixa troca de transporte? — ilustração do material original

Na foto de referência

Uma máquina com braço e spreader movimenta um contêiner junto a uma carreta. A imagem foi fornecida como referência visual.

Reach stacker

Equipamento móvel com braço que alcança e movimenta contêineres em terminais.

Pórtico de pátio

Um guindaste em forma de portal pode retirar ou colocar unidades em caminhões e pilhas.

Vagão e carreta

A transferência exige posicionamento, apoio e fixação compatíveis com cada veículo.

Spreader

A estrutura de elevação se ajusta ao tamanho e se conecta aos pontos superiores previstos na unidade.

A equipe faz a operação

Operadores, conferentes e equipes de apoio trabalham em conjunto. A turma aprende pela observação e pelas maquetes, longe da movimentação real.

Fontes: 9, 13, 15. Foto de referência fornecida; local não identificado.

Descobertas · PDF, página 23

Quanto tempo até o porto?

Origem, distância, paradas, programação e operações do terminal mudam a duração.

CAMINHÃO • CONTA DIDÁTICA

150 km ÷ 50 km/h = 3 horas em movimento

Se acrescentarmos 1 hora de parada, esse exemplo dá 4 horas. Os dados foram escolhidos para a conta; não são um prazo oficial Curitiba–Paranaguá.

FERROVIA • REFERÊNCIA PUBLICADA

Na página de serviços da Maersk Brasil consultada, o produto ferroviário Cambé a Paranaguá apresenta 4 dias de trânsito; Rondonópolis a Santos, 9 dias. São referências de serviço, não horas contínuas com a locomotiva em movimento.

Compare o que está sendo medido

Tempo rodando é uma parte. A entrega pode incluir retirada, espera, transbordo, processamento e chegada ao terminal. A operação concreta precisa confirmar o prazo.

Fonte: 11. Caminhão: cenário matemático hipotético, não promessa de transporte.

Descobertas · PDF, página 24

O porto reúne caminhos e equipes

Este esquema mostra funções de um terminal de contêineres. Não é mapa real de Paranaguá nem rota de visita.

Entrada / gate

Dados, conferências e encaminhamento.

Ligação ferroviária

Contêineres chegam e saem em vagões.

Pátio de contêineres

As unidades aguardam organizadas.

Área dos reefers

Energia e acompanhamento da carga.

Cais e portêineres

Transferência entre terra e navio.

Navio e rota marítima

Cargas seguem para outros portos.

A terra e o mar se encontram

A circulação é controlada. Pessoas, veículos, equipamentos e cargas precisam seguir áreas e procedimentos previstos. O desenho organiza a leitura; o terminal real é mais complexo.

Fontes: 11, 12, 13, 15. Esquema funcional, sem escala.

Descobertas · PDF, página 25

O que acontece na entrada?

Antes do embarque, informações da carga e da unidade precisam estar corretas e disponíveis para a operação.

O que acontece na entrada? — ilustração do material original

Cada unidade é reconhecida

A equipe confere identificação e dados do transporte. Os sistemas ajudam a ligar o contêiner ao destino certo.

Identificação e programação

O terminal relaciona unidade, transporte, destino e operação prevista. Há procedimentos conforme o serviço.

Documentos e liberações

Exportação e importação têm controles próprios. As exigências dependem da carga e do país.

Massa bruta verificada

Para os embarques sujeitos à regra, o VGM informa a massa total verificada do contêiner carregado.

Planejamento do navio

A informação de massa precisa chegar a tempo de participar do plano de carga. Ela é condição de embarque nos casos previstos.

Peso confirmado não decide tudo sozinho

Ter o VGM não garante lugar no navio. O embarque também depende de programação, condições da carga e decisões responsáveis da operação.

Fontes: 3, 14, 21. Síntese pedagógica; não substitui regras operacionais.

Descobertas · PDF, página 26

Por que o pátio tem tantas pilhas?

Os contêineres aguardam em posições organizadas. A equipe precisa encontrar a unidade e atender à sequência de trabalho.

Por que o pátio tem tantas pilhas? — ilustração do material original

Um endereço no terminal

Como um livro tem lugar na biblioteca, uma unidade tem posição conhecida no pátio. Os dados orientam a movimentação.

Separar por necessidade

Cheios, vazios, cargas com condições especiais e diferentes destinos podem ter posições distintas.

Programar a retirada

Organizar o pátio ajuda a levar a unidade certa ao cais ou ao veículo certo, no momento previsto.

Refrigerados conectados

Reefers precisam de alimentação elétrica e acompanhamento apropriados durante a espera.

Respeitar limites

Pilhas e movimentações seguem capacidade dos equipamentos, estrutura, condições locais e regras de segurança.

A cor não organiza a viagem sozinha

Destino, tipo, peso e sequência de trabalho importam. Dois contêineres da mesma cor podem levar cargas e seguir rotas diferentes.

Fontes: 3, 7, 13, 15, 20. Pátio ilustrativo.

Descobertas · PDF, página 27

Como o guindaste segura a caixa?

O portêiner transfere unidades entre o navio e o cais. O spreader conecta-se aos pontos previstos, não ao meio da parede.

Como o guindaste segura a caixa? — diagrama ilustrativo do PDF

VISTA DE CIMA • UM CONTÊINER

SPREADER

Quatro pontos superiores de conexão

Elevar e deslocar

Cabos e mecanismos do guindaste elevam a carga. O conjunto a leva até a posição prevista no navio ou na terra.

Travar e verificar

Dispositivos do spreader fazem a conexão. Operadores acompanham o estado e executam a operação coordenada.

Uma operação não é igual à outra

O desenho mostra uma elevação simples. Há equipamentos para levantar duas unidades compatíveis, conforme suas capacidades. A movimentação é profissional.

Fontes: 13, 15, 16, 25. Diagrama de princípio; não é projeto ou instrução de operação.

Descobertas · PDF, página 28

Do pátio à posição no navio

Uma sequência simplificada de um contêiner de exportação. A operação real pode combinar carga e descarga.

1 Selecionar a unidade

O plano indica qual contêiner movimentar e o destino da operação.

2 Levar até o cais

O equipamento de transporte do terminal posiciona a unidade conforme o procedimento.

3 Conectar o spreader

A equipe e o operador fazem a conexão aos pontos superiores previstos.

4 Elevar e mover

O portêiner desloca a unidade com controle até o local de colocação.

5 Apoiar na posição

O contêiner é baixado e acomodado no espaço indicado no plano de carga.

6 Liberar e fixar

O spreader é retirado após o apoio; as fixações previstas e os registros são realizados.

A posição é planejada

Massa, destino, compatibilidade, refrigeração, distribuição e condições do navio entram nas decisões. A ordem não é uma escolha pela cor da caixa.

Fontes: 13, 14, 15, 16. Sequência conceitual, sem instrução operacional.

Descobertas · PDF, página 29

O que existe por dentro do navio?

Parte dos contêineres fica abaixo do convés; outra parte, acima. A organização depende do projeto da embarcação.

O que existe por dentro do navio? — diagrama ilustrativo do PDF

Contêineres no convés Passadiço

Contêineres nos porões

Porões e guias

Nos porões, estruturas e espaços próprios ajudam a acomodar unidades conforme o projeto do navio.

Convés e tampas

O convés fica na parte superior. Tampas de escotilhas e meios de fixação participam da organização da carga.

Passadiço e tripulação

No passadiço, profissionais conduzem e acompanham a navegação. Há também alojamentos e áreas de serviço.

Motores e outros sistemas

Propulsão, energia e equipamentos de bordo fazem parte da embarcação. A carga ocupa apenas parte do conjunto.

Corte ilustrativo, sem escala e sem representar um navio específico. Os retângulos não indicam sua capacidade real.

Fontes: 13, 16, 18, 19.

Descobertas · PDF, página 30

Como as pilhas ficam na viagem?

O mar movimenta o navio. A carga precisa de planejamento, apoios e fixações compatíveis com a embarcação.

Como as pilhas ficam na viagem? — ilustração do material original

Uma equipe preparada

Profissionais acompanham a acomodação e os meios de fixação previstos. A posição não é escolhida apenas pela aparência da caixa.

Peso e distribuição

A massa de cada unidade participa do cálculo do conjunto. Distribuir bem ajuda a manter a operação segura.

Destino e sequência

O plano considera onde cada carga vai ser descarregada. A ordem evita movimentos desnecessários.

Estrutura e fixações

Apoios, guias, twistlocks e outros meios previstos no navio trabalham conforme seu projeto e plano de carga.

Reefer e compatibilidade

Energia, tipo de mercadoria e requisitos de compatibilidade também influenciam os locais de acomodação.

Não existe uma regra de empilhar pela cor

Planejamento, execução e supervisão são trabalhos técnicos. Uma pilha bonita na imagem não demonstra, sozinha, que está segura.

Fontes: 14, 15, 16. Explicação conceitual, sem instrução de fixação.

Descobertas · PDF, página 31

Quantos contêineres cabem num navio?

A capacidade é normalmente expressa em TEU. Estes são exemplos de navios específicos, não uma média de todos os navios.

Quantos contêineres cabem num navio? — diagrama ilustrativo do PDF

Frankfurt Express 8.600 TEU

Barzan 19.900 TEU

MSC Irina 24.346 TEU

TEU não é sempre quantidade de caixas

Na conta de equivalência, 24.000 TEU podem representar 24.000 unidades de 20 pés ou 12.000 de 40 pés. Na prática, a mistura de tamanhos, os espaços, os pesos e o plano do navio definem o embarque real.

As barras comparam as capacidades nominais divulgadas. Não contam os contêineres desenhados nesta revista.

Fontes: 2, 18, 19, 22. Exemplos; sem afirmar qual é o maior navio atual.

Descobertas · PDF, página 32

Para onde as cargas podem ir?

O destino depende de quem envia, de quem recebe e dos serviços que ligam os portos.

A viagem da história

Os livros saem da origem no Brasil, passam pelo terminal de Paranaguá e seguem por mar a Roterdã, nos Países Baixos. Depois chegam à biblioteca. A carga é fictícia; a ligação entre portos é real.

Europa

Há serviços ligando o Brasil a portos europeus. Roterdã, Hamburgo e outros portos recebem cargas de várias regiões.

Ásia

China e outros países participam de redes de transporte marítimo. Algumas cargas usam conexões entre serviços.

Américas e outras regiões

A rede de linhas e conexões pode atender diferentes países e continentes, conforme o serviço contratado.

Também há cabotagem

Uma viagem por mar pode ligar portos do mesmo país. Cruzar um oceano não é obrigatório em toda operação.

Direto ou com conexão?

Um contêiner pode viajar no mesmo navio até seu porto final ou ser transferido para outro em um porto intermediário. Essa transferência é chamada de transbordo marítimo.

Fontes: 11, 17, 19. Diagrama de relações, sem posição geográfica.

Descobertas · PDF, página 33

Quanto tempo até outro país?

Em 19/05/2026, a Maersk divulgou estes tempos para um serviço entre a costa leste da América do Sul e a Europa.

Paranaguá a Roterdã

Brasil a Países Baixos 21 dias

Paranaguá a Hamburgo

Brasil a Alemanha 24 dias

Santos a Roterdã

Brasil a Países Baixos 18 dias

Roterdã a Paranaguá

Países Baixos a Brasil 29 dias

Ida e volta podem ter durações diferentes

O navio segue uma sequência de escalas e operações. A rota de retorno pode incluir outro percurso de serviço. Estes números são referências daquela publicação, não uma garantia para qualquer embarque.

Prazo porto a porto não inclui automaticamente todas as etapas de fábrica a cliente.

Fonte: 17. Confirme o serviço e o cronograma para cada viagem real.

Descobertas · PDF, página 34

Por que a entrega leva mais tempo?

Uma carga pode passar por etapas de trabalho e espera. O prazo total vai além das horas navegando.

1 Preparação na origem

Mercadoria, embalagem, documentos e programação precisam estar prontos.

2 Transporte terrestre

Caminhão, trem ou combinação de modais levam a unidade até o terminal.

3 Entrada e espera

Conferências, liberações e janela de embarque fazem parte da preparação portuária.

4 Embarque e navegação

A unidade entra no navio e segue a sequência de portos daquela linha.

5 Chegada e liberação

Descarga, controles e operações de recebimento ocorrem no porto de destino.

6 Entrega final

O contêiner ou a mercadoria segue para depósito, fábrica, comércio ou outro recebedor.

Outras condições podem mudar o prazo

Clima, congestionamento, programação, conexões e ocorrências operacionais afetam a viagem. Compare sempre prazos com o mesmo começo e o mesmo fim.

Fontes: 11, 14, 15, 17, 21. Etapas e duração dependem do serviço.

Descobertas · PDF, página 35

Como um navio anda e flutua?

Um navio precisa de estrutura, propulsão, energia, comando e cuidados para realizar sua rota.

Como um navio anda e flutua? — diagrama ilustrativo do PDF

A água empurra para cima

O peso atua para baixo

A forma ajuda a flutuar

O casco desloca água. A força da água para cima, chamada empuxo, pode equilibrar o peso do navio com sua carga.

Propulsão e direção

Motores e hélices impulsionam muitos navios de carga. Sistemas de governo e equipes qualificadas controlam o movimento.

Planejar e acompanhar

A tripulação considera rota, posição, condições do mar e as exigências da operação.

Perto do porto

Manobras e aproximações seguem condições do canal, do navio e procedimentos previstos para o local.

Desenho de princípio, sem escala. As setas mostram sentidos das forças; não calculam seus valores. Todo navio tem limites de carregamento.

Fontes: 12, 16, 18, 26.

Descobertas · PDF, página 36

Chegou ao porto. Já terminou?

Atracar e descarregar são etapas importantes. Depois, a carga ainda precisa seguir ao recebedor.

Chegou ao porto. Já terminou? — ilustração do material original

O livro continua sua viagem

Na história, os livros deixam o terminal e chegam a uma biblioteca. Na vida real, muitos destinos usam depósitos ou centros de distribuição.

Atracar e operar

O navio é posicionado para a operação. Equipamentos e equipes transferem as unidades para o terminal.

Conferir e liberar

Identificação, documentos e controles exigidos acompanham a chegada. Cada país tem suas condições de importação.

Retirar do terminal

O transporte autorizado leva a unidade ou a mercadoria adiante, conforme a organização daquela operação.

Receber e descarregar

O recebedor confere e retira a carga nas condições previstas. A entrega não é simplesmente abrir a caixa no cais.

Exportar e importar

Quando o Brasil envia uma mercadoria ao exterior, há exportação. Para o país que recebe, aquela entrada é importação.

Fontes: 11, 15, 21. História fictícia; operações variam por carga e país.

Descobertas · PDF, página 37

O contêiner vazio tem outra viagem

A mercadoria chegou. A caixa grande pode ser preparada para continuar em uso, conforme a programação do proprietário ou operador.

1 Retirar a mercadoria

A unidade é esvaziada no local e nas condições previstos para a entrega.

2 Conferir a condição

Danos, limpeza e requisitos do tipo de unidade são verificados.

3 Encaminhar ao depósito

O vazio segue para o local determinado na operação, que pode não ser o mesmo porto.

4 Preparar para novo uso

Inspeção, limpeza e reparos, quando necessários, deixam a unidade apta para outra carga.

5 Reposicionar a unidade

O contêiner pode seguir vazio para onde será necessário ou aguardar uma próxima operação.

6 Uma nova carga

Depois do preparo e da programação, outra mercadoria pode iniciar uma nova viagem.

A caixa e a carga têm histórias diferentes

Reutilizar um contêiner não significa embarcá-lo imediatamente no mesmo navio. Destino, disponibilidade e condições técnicas orientam o próximo uso.

Fontes: 6, 11, 15. Ciclo simplificado, sem prazos universais.

Descobertas · PDF, página 38

Uma viagem feita por muitas pessoas

Da embalagem à entrega, uma rede de profissionais torna a viagem possível. Aprender também é reconhecer esse trabalho.

Uma viagem feita por muitas pessoas — ilustração do material original

Mais que máquinas grandes

A emoção de Pipo vem de perceber quantas pessoas ajudaram os livros a chegar. Organização e cooperação aproximam lugares.

Na origem e na estrada

Equipes embalam e conferem. Motoristas conduzem e cumprem a programação do transporte.

Nos trilhos e no terminal

Maquinistas, operadores e equipes organizam trens, transferências e posições das unidades.

No porto e no mar

Conferentes, operadores de guindaste, planejadores e tripulantes coordenam suas tarefas.

Cuidar do ambiente

Evitar perdas, preparar bem a carga, usar energia com eficiência e planejar deslocamentos também são formas de cuidado.

Transporte não é impacto zero

Caminhões, trens e navios consomem recursos e podem gerar emissões. A escolha de soluções adequadas e a melhoria das operações fazem diferença.

Fontes: 9, 11, 13, 16, 23. Sem prometer neutralidade ambiental.

Descobertas · PDF, página 39

Olhar as referências e reconhecer

Estas imagens foram fornecidas como referências. Não identificam aqui a localização, a capacidade nem o modelo de cada equipamento.

Olhar as referências e reconhecer — ilustração do material original
Olhar as referências e reconhecer — ilustração do material original
Olhar as referências e reconhecer — ilustração do material original

Caminhões e ferrovia

Veja as duas formas de transporte e as unidades sobre diferentes veículos.

Navio, cais e guindastes

Observe os portêineres junto ao navio e a organização das pilhas.

Pátio e operação no porto

Reconheça áreas de armazenagem, navio, equipamentos e caminhos de circulação.

As outras referências de navio, carreta e movimentação também orientaram as ilustrações. A arte da história é fictícia e não documenta uma visita real.

Referências visuais fornecidas. Explicações técnicas: fontes 1, 9, 13 e 15.

Atividades para imprimir · PDF, página 40

Missão 1: qual tipo combina?

Escreva a letra do tipo especializado que combina com cada descrição. Um adulto pode ler as situações.

D • Seco R • Refrigerado T • Tanque F • Flat Rack

1 Livros em caixas, sem controle ativo de temperatura.

2 Peixe congelado que precisa manter a temperatura.

3 Suco a granel em reservatório próprio para alimentos.

4 Peça grande que exige transporte em plataforma adequada.

5 Roupas em caixas, sem refrigeração ativa.

6 Frutas que exigem controle de temperatura na viagem.

7 Líquido compatível com um reservatório de transporte próprio.

8 Equipamento especial que precisa de plataforma.

Pense na condição da carga

A cor da caixa não revela a mercadoria. Esta missão trabalha descrições simplificadas; a escolha real exige avaliação técnica.

Atividades para imprimir · PDF, página 41

Missão 2: caixas e TEU

Conte caixas físicas e depois calcule TEU. Nesta atividade: 20 pés = 1 TEU; 40 pés = 2 TEU.

1. Seis contêineres de 20 pés

Quantos TEU?

Resposta:

2. Três contêineres de 40 pés

Quantos TEU?

Resposta:

3. Dois de 20 pés + três de 40 pés

Quantas caixas físicas? Quantos TEU?

Resposta:

4. Trem hipotético: 12 vagões

Cada vagão leva um contêiner de 40 pés. Quantas caixas? Quantos TEU?

Resposta:

Desafio extra: 100 TEU

Em uma equivalência com apenas unidades de 40 pés, quantas caixas correspondem a 100 TEU? Faça a conta abaixo. Essa equivalência não é um plano de carregamento real.

Atividades para imprimir · PDF, página 42

Missão 3: organizar o caminho

Numere de 1 a 8 o caminho da carga da nossa história. Depois resolva dois exemplos inventados.

Travessia no navio Preparar os livros na origem

Entregar à biblioteca Seguir de trem ao porto

Carregar o navio Levar de caminhão ao terminal ferroviário

Descarregar e liberar no destino Conferir e organizar no terminal portuário

Exemplo A • tempo do caminhão

Em uma situação inventada, são 3 horas de deslocamento e 1 hora de parada. Qual é o tempo total?

Total: __________ horas

Exemplo B • somar três etapas

Em outra situação inventada: 2 dias no porto, 21 dias de viagem e 1 dia para a entrega. Quanto somam essas três etapas?

Total: __________ dias

Os números acima são exercícios. Uma entrega real pode incluir outras etapas e esperas; consulte a programação da operação.

Atividades para imprimir · PDF, página 43

Missão 4: memória dos transportes

Peça a um adulto para recortar. Misture, vire as figuras para baixo e encontre os pares. Diga o que cada figura faz.

Missão 4: memória dos transportes — diagrama ilustrativo do PDF

Contêiner Navio Caminhão

Portêiner Trem Reefer

Portêiner Contêiner Reefer

Trem Navio Caminhão

Uma rodada cooperativa: depois de encontrar os seis pares, organize as figuras para explicar uma viagem. Há mais de um caminho possível.

Jogamos juntos: ______________________________________

Atividades para imprimir · PDF, página 44

Missão 5: monte um contêiner de papel

Recorte nas linhas pretas. Dobre nas linhas azuis tracejadas. Cole as abas. Use tesoura apenas com ajuda de um adulto.

Missão 5: monte um contêiner de papel — diagrama ilustrativo do PDF

LATERAL 1 PORTAS FUNDO

TETO

LATERAL 2

BASE

COLE

COLE

COLE

COLE

COLE

COLE COLE

Como fechar a sua caixa

1. Pinte antes de montar. 2. Faça as dobras. 3. Erga as laterais e as pontas. 4. Feche teto e base, colando as abas por dentro. Se preferir, use fita nas junções com um adulto.

Maquete didática, sem proporção de contêiner real. Imprima em tamanho real / 100% para manter as medidas do molde. Conte: 6 faces, 12 arestas e 8 vértices.

Atividades para imprimir · PDF, página 45

Colorir: uma visita cheia de descobertas

Pinte a turma e os transportes. Qual equipamento levanta os contêineres?

Colorir: uma visita cheia de descobertas — ilustração do material original

Meu nome: __________________________________________

Atividades para imprimir · PDF, página 46

Colorir: a viagem pelo mar

Pinte o navio e as caixas com cores variadas. As cores não indicam o conteúdo.

Colorir: a viagem pelo mar — ilustração do material original

Meu nome: __________________________________________

Para famílias e educadores · PDF, página 47

Para famílias e educadores

Use a revista em etapas: contar, observar, comparar e criar. Acompanhe a curiosidade da criança sem exigir decorar números.

Linguagem e cooperação

Leia os capítulos em voz alta. Pergunte por que Pipo se emociona com a chegada dos livros. Reconte usando ‘antes’, ‘depois’ e ‘por fim’.

Matemática em contexto

Use peças de papel para distinguir caixas físicas e TEU. Trabalhe soma e unidades de tempo; ofereça apoio nas contas mais avançadas.

Geografia e caminhos

Localize Brasil e Países Baixos em um mapa. Compare interior, porto e mar. A rota ilustrada é um esquema, não um mapa navegável.

Ciência e tecnologia

Converse sobre conservar temperatura, energia e flutuação. Faça modelos de papel e observe fotos para reconhecer veículos e equipamentos.

Uma sequência possível

Encontro 1: capítulos 1 a 4 e meios de transporte. Encontro 2: capítulos 5 a 8 e funcionamento do porto. Encontro 3: medidas, prazos e missões. Encontro 4: memória, maquete e relato pessoal.

Observe se a criança explica a função dos transportes, distingue cor de conteúdo e reconhece que os prazos variam. Valorize perguntas e cooperação. Atualize os dados de serviços antes de planejar uma operação real.

Faixa sugerida: 5 a 10 anos; aprofundamento e cálculo com mediação.

Para famílias e educadores · PDF, página 48

Gabarito para conferir juntos

Convide a criança a explicar o raciocínio. As respostas pessoais e as pinturas podem ser diferentes.

Missão 1 • tipos

Na ordem: D, R, T, F, D, R, T, F. A necessidade descrita orienta o tipo; as cores não orientam a classificação.

Missão 2 • TEU

1) 6 TEU. 2) 6 TEU. 3) 5 caixas físicas e 8 TEU. 4) 12 caixas físicas e 24 TEU. Extra: 50 caixas de 40 pés na equivalência proposta.

Missão 3 • sequência e tempo

Na ordem apresentada nos cartões: 6, 1, 8, 3, 5, 2, 7, 4. Exemplo A: 4 horas. Exemplo B: 24 dias, somando apenas as três etapas inventadas.

Missão 4 • pares

Há dois cartões de cada: contêiner, caminhão, trem, navio, portêiner e reefer. A conversa sobre a função vale tanto quanto encontrar os pares.

Missão 5 • maquete

O molde reúne seis faces. A montagem precisa de dobras e junções; a escolha das cores é livre. Modelo de papel e equipamento real têm condições diferentes.

Para colorir e preencher o passaporte, não há uma única resposta. O importante é mostrar o que aprendeu e fazer novas perguntas.

Para famílias e educadores · PDF, página 49

Fontes para continuar descobrindo

Toque ou clique nos cartões para consultar os materiais. Números correspondem às referências no rodapé das páginas.

1 Hapag-Lloyd • especificações de contêineres

www.hapag-lloyd.com

2 Maersk • o que é TEU

www.maersk.com

3 BIC • número de identificação

www.bic-code.org

4 BIC • marcações dos contêineres

www.bic-code.org

5 DSV • contêiner refrigerado

www.dsv.com

6 Hapag-Lloyd • cuidados com cargas refrigeradas

www.hapag-lloyd.com

7 Hapag-Lloyd • monitoramento de reefers

www.hapag-lloyd.com

8 Carrier • geradores para contêineres

www.carrier.com

9 Brado • infraestrutura e transporte ferroviário

www.brado.com.br

10 Rumo • viagem Brado na Norte-Sul, 29/09/2023

www.rumolog.com

11 Maersk • serviços e prazos de referência no Brasil

www.maersk.com

12 Portos do Paraná • informações gerais e acessos

www.portosdoparana.pr.gov.br

13 Portos do Paraná • operadores e equipamentos

www.portosdoparana.pr.gov.br

Consulta: 11 de outubro de 2026. Prazos de serviços são referências das publicações, sujeitos a alterações. As informações foram adaptadas para leitura infantil. Fotos de referência fornecidas pelo solicitante.

Para famílias e educadores · PDF, página 50

Fontes para continuar descobrindo

Toque ou clique nos cartões para consultar os materiais. Números correspondem às referências no rodapé das páginas.

14 IMO • massa bruta verificada / VGM

www.imo.org

15 IMO • CTU Code: acondicionamento e transporte

www.imo.org

16 IMO • CSS Code: fixação da carga a bordo

www.imo.org

17 Maersk • Europa–ECSA, publicação de 19/05/2026

www.maersk.com

18 Yangzijiang • entrega do MSC IRINA, 10/03/2023

www.yzjship.com

19 Hapag-Lloyd • galeria de navios e capacidades

www.hapag-lloyd.com

20 Hapag-Lloyd • cores e identidade da frota

www.hapag-lloyd.com

21 Receita Federal • manuais aduaneiros

www.gov.br

22 CBS • definição de TEU

www.cbs.nl

23 IMO • redução de emissões dos navios

www.imo.org

24 Maersk • faixas de temperatura dos reefers

www.maersk.com

25 Konecranes • spreader e pontos de fixação

www.konecranes.com

26 Science Learning Hub • flutuar e afundar

www.sciencelearn.org.nz

Consulta: 11 de outubro de 2026. Prazos de serviços são referências das publicações, sujeitos a alterações. As informações foram adaptadas para leitura infantil. Fotos de referência fornecidas pelo solicitante.

Atividades para imprimir · PDF, página 51

Meu passaporte de descobertas

Preencha com palavras ou desenhos. Conte para alguém o que mais chamou sua atenção.

Meu nome: __________________________________________

Um objeto que pode ter viajado de longe:

DESENHE UM CAMINHO DA ORIGEM ATÉ O DESTINO

Uma pessoa importante nessa viagem e seu trabalho:

Uma descoberta que quero contar:

Uma nova pergunta:

Lembrança da viagem · PDF, página 52

Uma descoberta leva a outra

Guarde esta página para lembrar da viagem feita com Pipo, Lila e Teco.

Uma descoberta leva a outra — ilustração do material original
Uma descoberta leva a outra — ilustração do material original
Uma descoberta leva a outra — ilustração do material original

EXPLORADOR DOS GRANDES CAMINHOS

Este certificado celebra a curiosidade de

que descobriu como mercadorias viajam, reconheceu o trabalho de muitas

pessoas e aprendeu a fazer boas perguntas sobre o mundo.

Aprender também é aproximar pessoas.

Data: ____ / ____ / ______ Com quem aprendi: __________________

Olhe ao redor. De onde vieram os objetos da sua casa? Sua próxima investigação pode começar

hoje.

Mais histórias da turma