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Arte e criatividade

Aventura no Museu Oscar Niemeyer

Um museu que parece um olho! Descubra arquitetura, arte e maneiras de criar seu próprio museu.

36 páginas no material para imprimir
Aventura no Museu Oscar Niemeyer — a turma na aventura

Apresentação · PDF, página 2

Vamos descobrir o MON?

Para crianças de 5 a 9 anos. Leitura e atividades com mediação de um adulto.

Vamos descobrir o MON? — ilustração, página 2
Vamos descobrir o MON? — ilustração, página 2
Vamos descobrir o MON? — ilustração, página 2

Pipo Lila Teco

Vamos descobrir o MON? — esquema ou atividade, página 2

Missão: montar um museu de descobertas

A turma visita o MON, em Curitiba, e volta cheia de ideias. Ao final da aventura, você também vai criar uma pequena exposição com sua família ou sua turma!

Vamos descobrir o MON? — esquema ou atividade, página 2

3 A aventura

8 capítulos e 32 quadrinhos. 11 Descobrir o museu

História, construção e ambientes.

23 Criar e brincar

Desenhos, jogos e cartões. 31 Pintar e celebrar

Colorir, respostas e diploma.

Meu nome:

A história · PDF, página 3

Um museu que parece um olho!

Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. OBSERVAR E FAZER PERGUNTAS

Um museu que parece um olho! — cena 1: Em Curitiba, Pipo avistou uma construção diferente. - Parece um olho gigante! Lila e Teco pararam para observar ao lado de Ana.
A AVENTURA CONTINUA · 1

Em Curitiba, Pipo avistou uma construção diferente. - Parece um olho gigante! Lila e Teco pararam para observar ao lado de Ana.

Um museu que parece um olho! — cena 2: - É o Museu Oscar Niemeyer, o MON - explicou Ana. - Vamos descobrir como a arquitetura e a arte podem contar histórias.
A AVENTURA CONTINUA · 2

- É o Museu Oscar Niemeyer, o MON - explicou Ana. - Vamos descobrir como a arquitetura e a arte podem contar histórias.

Um museu que parece um olho! — cena 3: Lila propôs uma missão: - Que tal criar nosso museu de descobertas em casa? Cada um pode levar uma ideia, sem levar nenhuma obra!
A AVENTURA CONTINUA · 3

Lila propôs uma missão: - Que tal criar nosso museu de descobertas em casa? Cada um pode levar uma ideia, sem levar nenhuma obra!

Um museu que parece um olho! — cena 4: Pipo procuraria formas; Lila, maneiras de criar; Teco, jeitos de cuidar. Ana sorriu: - Nosso passeio começa com boas perguntas.
A AVENTURA CONTINUA · 4

Pipo procuraria formas; Lila, maneiras de criar; Teco, jeitos de cuidar. Ana sorriu: - Nosso passeio começa com boas perguntas.

A história · PDF, página 4

Uma história feita de mudanças

Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. PERCEBER O ANTES E O DEPOIS

Uma história feita de mudanças — cena 1: Ana contou: - Oscar Niemeyer projetou o prédio principal em 1967. Antes de virar museu, ele abrigou secretarias do Estado.
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Ana contou: - Oscar Niemeyer projetou o prédio principal em 1967. Antes de virar museu, ele abrigou secretarias do Estado.

Uma história feita de mudanças — cena 2: - Então ele já existia? - perguntou Teco. - Sim! O edifício foi adaptado e recebeu um novo anexo: o Olho - respondeu Ana.
A AVENTURA CONTINUA · 2

- Então ele já existia? - perguntou Teco. - Sim! O edifício foi adaptado e recebeu um novo anexo: o Olho - respondeu Ana.

Uma história feita de mudanças — cena 3: Em 22 de novembro de 2002, o museu abriu como NovoMuseu. Pipo comentou: - Uma construção também pode mudar de história!
A AVENTURA CONTINUA · 3

Em 22 de novembro de 2002, o museu abriu como NovoMuseu. Pipo comentou: - Uma construção também pode mudar de história!

Uma história feita de mudanças — cena 4: - Niemeyer era arquiteto: imaginava espaços e os desenhava. Muitas equipes trabalharam para transformar o projeto em construção - disse Ana.
A AVENTURA CONTINUA · 4

- Niemeyer era arquiteto: imaginava espaços e os desenhava. Muitas equipes trabalharam para transformar o projeto em construção - disse Ana.

A história · PDF, página 5

Retas, curvas e um reflexo

Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. COMPARAR FORMAS E MATERIAIS

Retas, curvas e um reflexo — cena 1: Pipo comparou as formas: - O prédio principal tem muitas linhas retas. O Olho tem curvas! A arquitetura virou sua primeira descoberta.
A AVENTURA CONTINUA · 1

Pipo comparou as formas: - O prédio principal tem muitas linhas retas. O Olho tem curvas! A arquitetura virou sua primeira descoberta.

Retas, curvas e um reflexo — cena 2: - Ele flutua? - perguntou Lila. Ana respondeu: - Parece, mas há uma estrutura que o sustenta. Engenheiros calculam os esforços.
A AVENTURA CONTINUA · 2

- Ele flutua? - perguntou Lila. Ana respondeu: - Parece, mas há uma estrutura que o sustenta. Engenheiros calculam os esforços.

Retas, curvas e um reflexo — cena 3: - O concreto ajuda a formar a construção; o vidro aparece nas fachadas - disse Ana. - Cada material tem uma função no projeto.
A AVENTURA CONTINUA · 3

- O concreto ajuda a formar a construção; o vidro aparece nas fachadas - disse Ana. - Cada material tem uma função no projeto.

Retas, curvas e um reflexo — cena 4: Teco observou o espelho d’água de longe. - A água reflete o Olho! Vamos desenhar esse reflexo depois, sem entrar no lago.
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Teco observou o espelho d’água de longe. - A água reflete o Olho! Vamos desenhar esse reflexo depois, sem entrar no lago.

A história · PDF, página 6

Lila e o desenho misterioso

Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. OLHAR, DESCREVER E INTERPRETAR

Lila e o desenho misterioso — cena 1: Na entrada, Ana organizou os pertences e ouviu as orientações da equipe. - Vamos andar juntos e cuidar das obras - combinou.
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Na entrada, Ana organizou os pertences e ouviu as orientações da equipe. - Vamos andar juntos e cuidar das obras - combinou.

Lila e o desenho misterioso — cena 2: Numa sala, Lila viu uma pintura de formas coloridas. - Acho que vejo uma festa! Pipo imaginou um jardim; Teco, um caminho.
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Numa sala, Lila viu uma pintura de formas coloridas. - Acho que vejo uma festa! Pipo imaginou um jardim; Teco, um caminho.

Lila e o desenho misterioso — cena 3: - Qual é a resposta certa? - perguntou Lila. - Primeiro conte o que vê. Depois diga o que isso faz você imaginar - sugeriu Ana.
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- Qual é a resposta certa? - perguntou Lila. - Primeiro conte o que vê. Depois diga o que isso faz você imaginar - sugeriu Ana.

Lila e o desenho misterioso — cena 4: Lila encontrou círculos e linhas que sustentavam sua ideia. - Minha interpretação pode ser diferente! Vou ouvir a de vocês também.
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Lila encontrou círculos e linhas que sustentavam sua ideia. - Minha interpretação pode ser diferente! Vou ouvir a de vocês também.

A história · PDF, página 7

Um museu dentro do museu

Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. DESCOBRIR MODOS DE CONHECER

Um museu dentro do museu — cena 1: No subsolo, o Espaço Niemeyer revelou fotos, croquis, maquetes e vídeos. - A maquete mostra um projeto em tamanho pequeno! - disse Pipo.
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No subsolo, o Espaço Niemeyer revelou fotos, croquis, maquetes e vídeos. - A maquete mostra um projeto em tamanho pequeno! - disse Pipo.

Um museu dentro do museu — cena 2: No Pátio das Esculturas, a turma encontrou obras com volume. Teco observou: - Podemos notar outros detalhes mudando nosso ponto de vista.
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No Pátio das Esculturas, a turma encontrou obras com volume. Teco observou: - Podemos notar outros detalhes mudando nosso ponto de vista.

Um museu dentro do museu — cena 3: Ana explicou: - Aqui o toque é permitido nas esculturas. Vamos seguir as orientações. Em outras salas, isso precisa ser autorizado.
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Ana explicou: - Aqui o toque é permitido nas esculturas. Vamos seguir as orientações. Em outras salas, isso precisa ser autorizado.

Um museu dentro do museu — cena 4: Lila conheceu recursos táteis, braile e descrições em áudio. - Há muitos jeitos de perceber a arte! Minha ideia de museu está crescendo.
A AVENTURA CONTINUA · 4

Lila conheceu recursos táteis, braile e descrições em áudio. - Há muitos jeitos de perceber a arte! Minha ideia de museu está crescendo.

A história · PDF, página 8

O caminho até o Olho

Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. LOCALIZAR E RESPEITAR O RITMO

O caminho até o Olho — cena 1: O túnel liga o prédio principal à Torre do Olho. - Uma passagem por baixo! - percebeu Pipo. A turma seguiu a sinalização com Ana.
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O túnel liga o prédio principal à Torre do Olho. - Uma passagem por baixo! - percebeu Pipo. A turma seguiu a sinalização com Ana.

O caminho até o Olho — cena 2: - A torre também tem espaços expositivos e áreas de apoio - explicou Ana. - Para mudar de piso, podemos pedir orientação sobre o elevador.
A AVENTURA CONTINUA · 2

- A torre também tem espaços expositivos e áreas de apoio - explicou Ana. - Para mudar de piso, podemos pedir orientação sobre o elevador.

O caminho até o Olho — cena 3: Na sala do Olho, Lila descobriu que aquela forma abriga arte de verdade. - Não é só bonito por fora: tem vida cultural por dentro!
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Na sala do Olho, Lila descobriu que aquela forma abriga arte de verdade. - Não é só bonito por fora: tem vida cultural por dentro!

O caminho até o Olho — cena 4: Teco precisava descansar. O grupo fez uma pausa no Espaço do Visitante. - Nosso passeio fica melhor quando respeitamos cada ritmo - disse Ana.
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Teco precisava descansar. O grupo fez uma pausa no Espaço do Visitante. - Nosso passeio fica melhor quando respeitamos cada ritmo - disse Ana.

A história · PDF, página 9

Quem cuida de tanta arte?

Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. VALORIZAR EQUIPES E INCLUSÃO

Quem cuida de tanta arte? — cena 1: Ana mostrou imagens dos bastidores. - Na Reserva Técnica ficam obras que não estão expostas. A conservação ajuda a protegê-las - explicou.
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Ana mostrou imagens dos bastidores. - Na Reserva Técnica ficam obras que não estão expostas. A conservação ajuda a protegê-las - explicou.

Quem cuida de tanta arte? — cena 2: - Não vamos entrar lá? - perguntou Pipo. - Essas áreas têm acesso controlado. Podemos conhecer o trabalho pelas explicações da equipe.
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- Não vamos entrar lá? - perguntou Pipo. - Essas áreas têm acesso controlado. Podemos conhecer o trabalho pelas explicações da equipe.

Quem cuida de tanta arte? — cena 3: Nas oficinas, a turma aprendeu que criar também é investigar. Lila planejou uma exposição que aceitasse desenhos e ideias diferentes.
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Nas oficinas, a turma aprendeu que criar também é investigar. Lila planejou uma exposição que aceitasse desenhos e ideias diferentes.

Quem cuida de tanta arte? — cena 4: - E quem precisar de uma pausa? - lembrou Teco. Ana falou da Sala de Acomodação Sensorial. - Cuidar das pessoas também faz parte do museu!
A AVENTURA CONTINUA · 4

- E quem precisar de uma pausa? - lembrou Teco. Ana falou da Sala de Acomodação Sensorial. - Cuidar das pessoas também faz parte do museu!

A história · PDF, página 10

Nosso museu de descobertas

Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. CRIAR, COMPARTILHAR E CUIDAR

Nosso museu de descobertas — cena 1: Do lado de fora, a turma viu arte e áreas verdes no entorno. - O museu também conversa com a cidade! - disse Pipo, olhando Curitiba.
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Do lado de fora, a turma viu arte e áreas verdes no entorno. - O museu também conversa com a cidade! - disse Pipo, olhando Curitiba.

Nosso museu de descobertas — cena 2: Em casa, cada amigo criou uma obra: Pipo desenhou curvas, Lila fez uma colagem, e Teco escolheu formas para uma pequena escultura.
A AVENTURA CONTINUA · 2

Em casa, cada amigo criou uma obra: Pipo desenhou curvas, Lila fez uma colagem, e Teco escolheu formas para uma pequena escultura.

Nosso museu de descobertas — cena 3: Eles organizaram a exposição com títulos e espaço para circular. Ana leu as legendas em voz alta. Todos puderam participar.
A AVENTURA CONTINUA · 3

Eles organizaram a exposição com títulos e espaço para circular. Ana leu as legendas em voz alta. Todos puderam participar.

Nosso museu de descobertas — cena 4: - Descobrimos formas, ideias e jeitos de cuidar! - disse Lila. A família visitou o museu da turma. E uma nova pergunta já começou a nascer...
A AVENTURA CONTINUA · 4

- Descobrimos formas, ideias e jeitos de cuidar! - disse Lila. A família visitou o museu da turma. E uma nova pergunta já começou a nascer...

Descobertas · PDF, página 11

Um prédio, novas histórias

A história do MON começa antes de ele se tornar um museu.

Um prédio, novas histórias — esquema ou atividade, página 11

O ANTIGO E O NOVO NO MESMO CONJUNTO

Um prédio, novas histórias — esquema ou atividade, página 11

1967 O primeiro projeto Niemeyer desenha o prédio principal, pensado para o Instituto de Educação do Paraná.

Anos 1970 Outra função Após a inauguração, o prédio abriga secretarias estaduais.

2000-2001 Uma transformação Começam as negociações e a decisão de adaptar o edifício para um museu.

2002 O museu abre Em 22 de novembro, é inaugurado como NovoMuseu. O conjunto ganha o anexo Olho.

2003 O nome homenageia o arquiteto A instituição passa a se chamar Museu Oscar Niemeyer.

Qual lugar da sua cidade também mudou de função? Uma construção pode guardar várias histórias.

Descobertas · PDF, página 12

Quem foi Oscar Niemeyer?

Um arquiteto imagina espaços e pensa em como as pessoas vão usá-los.

Desenho + espaço + pessoas

Quem foi Oscar Niemeyer? — ilustração, página 12

Niemeyer (1907-2012) foi um arquiteto brasileiro. Seus projetos combinam retas e curvas. Ele desenhou os edifícios que formam o MON.

Quem foi Oscar Niemeyer? — esquema ou atividade, página 12

Croqui

Um desenho rápido para explorar uma ideia.

Maquete

Um modelo pequeno que mostra formas e volumes.

Projeto

Reúne informações para organizar e construir o espaço.

Se você criasse um museu...

Como seriam a entrada, o lugar para descansar e o espaço para as obras? Desenhar um prédio também é pensar em quem vai visitá-lo.

Descobertas · PDF, página 13

Como uma ideia vira construção?

Este esquema explica etapas gerais de construção. Não é o cronograma técnico da obra do MON.

Como uma ideia vira construção? — esquema ou atividade, página 13

1. Imaginar e desenhar

O arquiteto organiza formas, espaços, acessos e usos.

2. Calcular e planejar

Engenheiros estudam apoios e esforços; equipes planejam materiais e execução.

3. Preparar a estrutura

Fundações e apoios levam os esforços para o terreno. A estrutura sustenta o edifício.

4. Construir e adaptar

O prédio existente foi adaptado. O novo anexo ampliou o conjunto do museu.

5. Muitas mãos na obra do MON

Em 2002, a obra reuniu até 700 trabalhadores em três turnos (períodos de trabalho) e foi entregue em seis meses.

Concreto e aço trabalhando juntos

No concreto armado, barras de aço ficam dentro do concreto. A combinação ajuda a resistir a diferentes esforços. No MON, a técnica e os cálculos permitem formas marcantes.

Conceito simplificado: as soluções reais dependem do projeto de engenharia.

Descobertas · PDF, página 14

O Olho visto por fora

A fotografia enviada como referência ajuda a comparar a ilustração com a construção.

O Olho visto por fora — ilustração, página 14

FOTOGRAFIA FORNECIDA PELO USUÁRIO

O Olho visto por fora — esquema ou atividade, página 14

1 Forma curva

O contorno lembra um olho. Por dentro, há uma sala de exposições.

2 Torre de apoio

O volume amarelo faz parte da torre que sustenta o anexo e reúne outros espaços.

3 Fachada e entorno

Vidros, borda clara, prédio principal e áreas externas compõem o conjunto.

Descobertas · PDF, página 15

Guia dos ambientes do MON

Organização didática baseada no mapa público do museu. Não é uma planta de circulação ou evacuação.

Guia dos ambientes do MON — esquema ou atividade, página 15

1 Térreo

Bilheteria • entrada • guarda-volumes • saída MON Loja • MON Café • espaços de eventos e recepções

2 Primeiro piso

Salas de exposição 1 a 9 • banheiros Sala de Acomodação Sensorial (SAS)

3 Subsolo

Salas 10 e 11 • Espaço Niemeyer • MON Para Todos Pátio das Esculturas • oficinas • banheiros • túnel para o Olho

4 Torre / Olho

Exposições na Torre e no Olho • Espaço Araucária Espaço do Visitante • banheiros • saída do Olho no 2º andar

Há ainda espaços para aprender e cuidar

Auditório Poty Lazzarotto, Miniauditório, Centro de Documentação e Referência, áreas externas e setores técnicos. Vamos descobrir suas funções nas próximas páginas.

Descobertas · PDF, página 16

O prédio principal por dentro

A recepção orienta a chegada. Nas salas, cada exposição organiza um encontro com a arte.

O prédio principal por dentro — ilustração, página 16
O prédio principal por dentro — esquema ou atividade, página 16

Salas expositivas

Pinturas, desenhos, fotografias e outros trabalhos podem aparecer em diferentes mostras. A programação muda: observe as legendas e a sinalização.

Vão-Livre e Chão de Vidro

O Vão-Livre é uma área ampla. O Chão de Vidro permite ver uma sala abaixo: o Espaço Niemeyer. Compare olhar de cima e olhar de dentro!

Espaços de encontro

O Salão de Eventos recebe atividades programadas. O Auditório Poty Lazzarotto e o Miniauditório acolhem encontros conforme a agenda.

Descobertas · PDF, página 17

Descobertas no subsolo

Subsolo é um nível abaixo do térreo. Nem todo espaço desse nível fica completamente fechado.

Descobertas no subsolo — ilustração, página 17
Descobertas no subsolo — ilustração, página 17
Descobertas no subsolo — esquema ou atividade, página 17

Espaço Niemeyer

Fotos, maquetes, croquis e vídeos ajudam a conhecer o arquiteto. O espaço é circular e tem vidro ao centro do teto.

Pátio das Esculturas

É um espaço expositivo ao ar livre no subsolo. Tem obras tridimensionais, legendas em braile e permissão de toque, com cuidado.

Oficinas e aprendizagem

As oficinas convidam a investigar materiais e criar. A visita pode incluir atividades do Educativo, conforme programação e agendamento.

Descobertas · PDF, página 18

Entrar no Olho é descobrir!

O caminho entre os edifícios passa pelo túnel. A equipe ajuda a orientar a visita.

Entrar no Olho é descobrir! — ilustração, página 18
Entrar no Olho é descobrir! — ilustração, página 18
Entrar no Olho é descobrir! — esquema ou atividade, página 18

Torre e Espaço Araucária

São ambientes associados ao anexo, que podem receber exposições. Consulte os espaços abertos no dia da visita.

Sala expositiva do Olho

A forma que chama a atenção por fora abriga um espaço para exposições. A montagem muda conforme a mostra.

Espaço do Visitante

Fica no 2º andar da Torre do Olho e pode ser um local para uma pausa. Banheiros e elevadores ajudam a circulação e o conforto.

Descobertas · PDF, página 19

O que tem dentro do museu?

O MON reúne obras de diferentes artistas e culturas. Nem tudo do acervo fica exposto ao mesmo tempo.

O que tem dentro do museu? — esquema ou atividade, página 19
O que tem dentro do museu? — ilustração, página 19
O que tem dentro do museu? — ilustração, página 19
O que tem dentro do museu? — ilustração, página 19

Cada obra abre uma conversa

Imagens, volumes, espaços e objetos podem inspirar novas perguntas.

Pintura e desenho

Escultura

Cores e linhas sobre uma superfície.

Uma obra com volume, vista de vários lados.

Fotografia e vídeo

Arquitetura e design

Imagens paradas ou em movimento.

Projetos de espaços e de objetos.

Acervo não é a mesma coisa que exposição

Acervo é a coleção do museu. Exposição é uma seleção organizada para o público. No MON há obras de artistas como Poty Lazzarotto, Tarsila do Amaral e Tomie Ohtake, além de coleções africanas e asiáticas.

As imagens desta revista mostram obras inventadas para aprender. Elas não anunciam uma exposição real em cartaz.

Descobertas · PDF, página 20

Os bastidores também importam

Áreas técnicas têm acesso controlado. Esta página explica trabalhos que acontecem longe das salas.

Os bastidores também importam — esquema ou atividade, página 20

1 Reserva Técnica

Guarda e organiza obras do acervo que não estão em exposição.

2 Conservação e Restauração

Examina, higieniza e cuida das obras. Luz, temperatura e umidade precisam ser acompanhadas.

3 Curadoria e montagem

Selecionam e organizam as obras e preparam sua apresentação com equipes especializadas.

4 Documentação e Referência

Reúne livros, catálogos, vídeos e documentos. A consulta local é aberta ao público, com orientação; os materiais não são emprestados.

Outras equipes cuidam da educação, recepção, segurança, limpeza, manutenção e administração. Um museu funciona com o trabalho de muitas pessoas.

Descobertas · PDF, página 21

Um passeio para diferentes pessoas

Cada visitante tem um ritmo e um jeito de perceber. Peça orientação à equipe do museu.

Um passeio para diferentes pessoas — esquema ou atividade, página 21

Mover-se com conforto

Há elevadores e banheiros acessíveis. Para pessoas em cadeira de rodas, o MON recomenda elevadores: algumas rampas internas são muito inclinadas.

Perceber de outros jeitos

Recursos como maquete tátil, braile e conteúdos em áudio ampliam as formas de conhecer o museu e suas obras.

Fazer uma pausa

A Sala de Acomodação Sensorial fica no primeiro piso, perto da Sala 1. Ela oferece estímulos reduzidos quando alguém precisa de acolhimento.

Preparar a experiência

A Narrativa Visual e o Mapa Sensorial ajudam a antecipar o passeio. Consulte a programação das atividades com Libras e a disponibilidade dos recursos.

Combinado da turma: ouvir, respeitar o espaço do outro e pedir ajuda quando precisar. Uma pausa também faz parte da descoberta!

Descobertas · PDF, página 22

Antes, durante e depois da visita

O MON fica na Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba. Planeje o passeio com um adulto.

Antes, durante e depois da visita — esquema ou atividade, página 22

Chegada e espaços de apoio

Bilheteria, recepção e guarda-volumes organizam a entrada. MON Loja e MON Café são espaços de apoio. Os dois estacionamentos têm acessos pelas ruas Marechal Hermes e Manoel Eufrásio.

Área externa, arte e natureza

O espelho d’água reflete a arquitetura. O entorno inclui áreas verdes e o Parcão, que recebe obras do MON sem Paredes. Observe a arte e siga as orientações de cada instalação.

Andar com o grupo, sem correr nas salas.

Não tocar nas obras, salvo onde o museu permite.

Fotografar só onde autorizado e sem flash.

Usar alimentos e bebidas apenas em locais permitidos.

Ouvir a equipe e respeitar a circulação de todos.

Antes de sair: o adulto confere ingressos, horários, exposições, oficinas e regras no site oficial. Disponibilidade e programação podem mudar.

Atividades · PDF, página 23

Caça às formas do Pipo

Observe as figuras. Conte apenas as peças grandes dentro de cada moldura; não conte bordas ou números.

Caça às formas do Pipo — esquema ou atividade, página 23

1

2

3

Círculos

Triângulos

Retângulos

Quantidade:

Quantidade:

Quantidade:

Agora, desenhe um prédio imaginário usando pelo menos uma linha reta e uma curva. As curvas do Olho podem inspirar seu projeto!

Caça às formas do Pipo — esquema ou atividade, página 23

Meu prédio se chama:

Atividades · PDF, página 24

O olhar curioso da Lila

Este desenho é uma criação para a revista. Não representa uma obra do acervo do MON.

O olhar curioso da Lila — esquema ou atividade, página 24
O olhar curioso da Lila — esquema ou atividade, página 24

1. Eu vejo...

Diga cores, linhas e formas que aparecem no desenho.

2. Eu imagino...

O que ele faz você lembrar? Mostre um detalhe que apoia sua ideia.

Converse com alguém: o que vocês perceberam de parecido? E de diferente?

Atividades · PDF, página 25

Coloque a história em ordem

Escreva 1, 2 e 3 nos círculos. O número 1 marca o fato mais antigo. Consulte a página 11.

Coloque a história em ordem — esquema ou atividade, página 25

A • 2002

O museu abre as portas como NovoMuseu.

B • 1967

O prédio principal é projetado por Niemeyer.

C • Anos 1970

O edifício passa a abrigar secretarias do Estado.

Minha própria linha do tempo

Desenhe ou escreva uma coisa que você fazia antes e uma coisa que faz agora.

ANTES AGORA

Atividades · PDF, página 26

Cada espaço tem uma função

Ligue os espaços da esquerda às funções da direita. As letras ajudam na conferência com um adulto.

Cada espaço tem uma função — esquema ou atividade, página 26

1. Bilheteria A. Conhecer projetos do arquiteto.

2. Oficinas B. Guardar obras não expostas.

3. Espaço Niemeyer C. Organizar o ingresso da visita.

4. Reserva Técnica D. Fazer uma pausa.

5. Espaço do Visitante E. Investigar materiais e criar.

Uma pergunta extra

Por que não visitamos livremente a Reserva Técnica? Converse sobre os cuidados que as obras precisam receber.

Atividades · PDF, página 27

Monte seu museu em casa

Não é necessário comprar materiais. Use papéis, caixas limpas e desenhos que você já tem.

Monte seu museu em casa — esquema ou atividade, página 27

1. Escolha um tema

2. Crie três obras

Pode ser: nossa família, Curitiba, animais ou formas.

Desenho, colagem e uma pequena escultura de massinha.

3. Organize para todos

4. Convide e converse

Deixe passagem livre e um lugar para descansar.

Leia as legendas em voz alta e escute os visitantes.

Desenhe abaixo como você vai organizar sua exposição. Onde as obras, a passagem e a pausa ficam?

Monte seu museu em casa — esquema ou atividade, página 27

Nome do nosso museu:

O adulto ajuda a recortar, escolher superfícies estáveis e separar materiais adequados à idade.

Atividades · PDF, página 28

Legendas para sua exposição

Complete cada cartão, recorte com um adulto e coloque ao lado da sua obra. Não cole em obras do museu!

Legendas para sua exposição — esquema ou atividade, página 28

1 Minha obra de arte

Título:

Artista:

Materiais:

Legendas para sua exposição — esquema ou atividade, página 28

2 Minha obra de arte

Título:

Artista:

Materiais:

Legendas para sua exposição — esquema ou atividade, página 28

3 Minha obra de arte

Título:

Artista:

Materiais:

Como apresentar sua obra

Diga o que você criou, como fez e o que gostaria que o visitante percebesse. Depois pergunte: “O que você vê?”

Atividades · PDF, página 29

Memória das descobertas

Com um adulto, recorte nas bordas pontilhadas. Vire os cartões para baixo e encontre as 4 duplas iguais.

Memória das descobertas — esquema ou atividade, página 29

Arquitetura Pintura

Escultura Pesquisa

Escultura Arquitetura

Pesquisa Pintura

Quando achar uma dupla, conte o que ela lembra da aventura. Se estiver brincando sozinho, procure todos os pares sem pressa.

Atividades · PDF, página 30

Meu passaporte de descobertas

Faça na revista, em casa ou numa visita acompanhada. Marque só o que você conseguiu realizar.

Meu passaporte de descobertas — esquema ou atividade, página 30

Encontrei retas e curvas

Na foto da página 14 ou olhando a arquitetura.

Observei uma obra com calma

Contei algo que vejo e algo que imagino.

Descobri um novo espaço

Escolhi um ambiente e expliquei sua função.

Aprendi um jeito de cuidar

Lembrei uma orientação para preservar a arte.

Respeitei diferentes ritmos

Ouvi alguém e percebi quando uma pausa ajuda.

Criei minha própria obra

Usei materiais simples e compartilhei uma ideia.

Minha descoberta favorita foi...

Para colorir · PDF, página 31

O Museu do Olho para colorir

Pinte a turma e a arquitetura. Acrescente um céu de Curitiba.

O Museu do Olho para colorir — ilustração, página 31

Para colorir · PDF, página 32

A exposição da nossa turma

Pinte a cena e crie seus próprios desenhos nas molduras vazias.

A exposição da nossa turma — ilustração, página 32

Para adultos e referências · PDF, página 33

Um guia para o adulto mediador

Proposta para Educação Infantil e anos iniciais, adaptável ao desenvolvimento de cada criança.

Um guia para o adulto mediador — esquema ou atividade, página 33

Antes da leitura • 10 minutos

Pergunte o que a criança pensa que existe num museu. Mostre a foto da página 14 e convide a comparar formas. Valorize perguntas, sem exigir respostas prontas.

Durante a história • 20 a 30 minutos

Leia os capítulos em encontros curtos. Use as pausas para conversar. Diferencie fatos sobre o MON das situações fictícias dos personagens. Peça um detalhe que sustente cada interpretação.

Depois • 30 a 45 minutos

Escolha duas atividades e monte a exposição de casa. Não é preciso fazer tudo no mesmo dia. Deixe a criança escolher o tema, nomear as obras e ouvir quem visita.

Acompanhar a aprendizagem

Observe se a criança descreve formas, distingue acervo e exposição, ordena fatos, explica funções dos ambientes e reconhece um cuidado com arte ou pessoas. Registre falas e produções.

Adaptações: aceite respostas por fala, desenho, apontar ou escrita. Leia legendas em voz alta, ofereça intervalos e evite transformar a interpretação artística numa disputa de respostas certas.

Para adultos e referências · PDF, página 34

Respostas e boas conversas

Nos desafios de arte, respostas diferentes podem fazer sentido. Escute a explicação da criança.

Respostas e boas conversas — esquema ou atividade, página 34

Página 23 • Formas

Círculos: 3. Triângulos: 2. Retângulos: 4. O desenho do prédio é livre; procure pelo menos uma reta e uma curva.

Página 24 • O olhar da Lila

Exemplos de observação: círculo lilás, triângulo coral e linha azul. A interpretação é pessoal; peça um detalhe do desenho que apoie a ideia.

Página 25 • A história

A = 3; B = 1; C = 2. Ordem: projeto em 1967, uso por secretarias nos anos 1970, abertura do museu em 2002. Antes e agora: resposta pessoal.

Página 26 • Funções

1-C; 2-E; 3-A; 4-B; 5-D. A Reserva Técnica precisa de controle de acesso e condições adequadas para preservar as obras.

Páginas 27 a 30 • Criação e jogos

Projeto, legendas e passaporte: respostas pessoais. Na memória, há quatro pares: arquitetura, pintura, escultura e pesquisa. Celebre o processo e a cooperação.

Pergunta final: depois de conhecer o MON, o que você quer investigar na próxima visita?

Para adultos e referências · PDF, página 35

De onde vieram as descobertas?

Conteúdo consultado em 11 de outubro de 2026. Use os links para planejar uma visita real.

1 História e formação do museu

museuoscarniemeyer.org.br/sobre/historia

2 Mapa público dos ambientes

museuoscarniemeyer.org.br/visite/mapa-mon

3 Visita e orientações

museuoscarniemeyer.org.br/visite

4 Espaço Niemeyer

museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/espaco_niemeyer

5 Pátio das Esculturas

museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/patio_esculturas

6 Recursos de acessibilidade

museuoscarniemeyer.org.br/sobre/acessibilidade

7 Conservação, reserva e curadoria

museuoscarniemeyer.org.br/acervo/laboratorio

8 Centro de Documentação e Referência

museuoscarniemeyer.org.br/acervo/documentacao-e-referencia

9 Espaços de eventos

museuoscarniemeyer.org.br/eventos

10 MON sem Paredes

museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/monsemparedes-3edicao

11 Museu e artistas do acervo

museuoscarniemeyer.org.br/sobre

12 Fundação Oscar Niemeyer • projeto do MON

oscarniemeyer.org.br/obra/pro513

13 Paranacidade / AEN • construção do museu

parana.pr.gov.br/aen/Noticia/Obra-do-Paranacidade-MON-foi-erguido-em-seis-meses-de-trabalho-ininterrupto

14 UNESPAR • histórico e mudança de nome

https://sites.google.com/ies.unespar.edu.br/mapeamento-2/institui%C3%A7%C3%B5es/mon

Sobre esta edição

Projeto educativo independente de Pipo e os Amigos. Não é uma publicação oficial nem uma parceria com o MON. História e personagens são fictícios; cenas internas e obras desenhadas são ilustrações pedagógicas, sem reproduzir uma montagem real. A foto de referência foi fornecida pelo usuário; autoria não identificada no arquivo. Identidade visual da série e títulos em Fredoka Bold 700.

Para adultos e referências · PDF, página 36

Diploma de olhar curioso

Para preencher após a leitura e as atividades escolhidas.

Diploma de olhar curioso — ilustração, página 36

Pipo e os Amigos celebram

a curiosidade de

que participou da aventura pelo Museu Oscar Niemeyer, observou formas e ideias, criou com imaginação e aprendeu

jeitos de cuidar da arte e das pessoas.

Diploma de olhar curioso — ilustração, página 36
Diploma de olhar curioso — ilustração, página 36
Diploma de olhar curioso — ilustração, página 36

Data Adulto mediador

A próxima grande ideia pode começar com uma pergunta!

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