Aventura no Museu Oscar Niemeyer
Um museu que parece um olho! Descubra arquitetura, arte e maneiras de criar seu próprio museu.

Apresentação · PDF, página 2
Vamos descobrir o MON?
Para crianças de 5 a 9 anos. Leitura e atividades com mediação de um adulto.



Pipo Lila Teco

Missão: montar um museu de descobertas
A turma visita o MON, em Curitiba, e volta cheia de ideias. Ao final da aventura, você também vai criar uma pequena exposição com sua família ou sua turma!

3 A aventura
8 capítulos e 32 quadrinhos. 11 Descobrir o museu
História, construção e ambientes.
23 Criar e brincar
Desenhos, jogos e cartões. 31 Pintar e celebrar
Colorir, respostas e diploma.
Meu nome:
A história · PDF, página 3
Um museu que parece um olho!
Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. OBSERVAR E FAZER PERGUNTAS

Em Curitiba, Pipo avistou uma construção diferente. - Parece um olho gigante! Lila e Teco pararam para observar ao lado de Ana.

- É o Museu Oscar Niemeyer, o MON - explicou Ana. - Vamos descobrir como a arquitetura e a arte podem contar histórias.

Lila propôs uma missão: - Que tal criar nosso museu de descobertas em casa? Cada um pode levar uma ideia, sem levar nenhuma obra!

Pipo procuraria formas; Lila, maneiras de criar; Teco, jeitos de cuidar. Ana sorriu: - Nosso passeio começa com boas perguntas.
A história · PDF, página 4
Uma história feita de mudanças
Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. PERCEBER O ANTES E O DEPOIS

Ana contou: - Oscar Niemeyer projetou o prédio principal em 1967. Antes de virar museu, ele abrigou secretarias do Estado.

- Então ele já existia? - perguntou Teco. - Sim! O edifício foi adaptado e recebeu um novo anexo: o Olho - respondeu Ana.

Em 22 de novembro de 2002, o museu abriu como NovoMuseu. Pipo comentou: - Uma construção também pode mudar de história!

- Niemeyer era arquiteto: imaginava espaços e os desenhava. Muitas equipes trabalharam para transformar o projeto em construção - disse Ana.
A história · PDF, página 5
Retas, curvas e um reflexo
Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. COMPARAR FORMAS E MATERIAIS

Pipo comparou as formas: - O prédio principal tem muitas linhas retas. O Olho tem curvas! A arquitetura virou sua primeira descoberta.

- Ele flutua? - perguntou Lila. Ana respondeu: - Parece, mas há uma estrutura que o sustenta. Engenheiros calculam os esforços.

- O concreto ajuda a formar a construção; o vidro aparece nas fachadas - disse Ana. - Cada material tem uma função no projeto.

Teco observou o espelho d’água de longe. - A água reflete o Olho! Vamos desenhar esse reflexo depois, sem entrar no lago.
A história · PDF, página 6
Lila e o desenho misterioso
Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. OLHAR, DESCREVER E INTERPRETAR

Na entrada, Ana organizou os pertences e ouviu as orientações da equipe. - Vamos andar juntos e cuidar das obras - combinou.

Numa sala, Lila viu uma pintura de formas coloridas. - Acho que vejo uma festa! Pipo imaginou um jardim; Teco, um caminho.

- Qual é a resposta certa? - perguntou Lila. - Primeiro conte o que vê. Depois diga o que isso faz você imaginar - sugeriu Ana.

Lila encontrou círculos e linhas que sustentavam sua ideia. - Minha interpretação pode ser diferente! Vou ouvir a de vocês também.
A história · PDF, página 7
Um museu dentro do museu
Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. DESCOBRIR MODOS DE CONHECER

No subsolo, o Espaço Niemeyer revelou fotos, croquis, maquetes e vídeos. - A maquete mostra um projeto em tamanho pequeno! - disse Pipo.

No Pátio das Esculturas, a turma encontrou obras com volume. Teco observou: - Podemos notar outros detalhes mudando nosso ponto de vista.

Ana explicou: - Aqui o toque é permitido nas esculturas. Vamos seguir as orientações. Em outras salas, isso precisa ser autorizado.

Lila conheceu recursos táteis, braile e descrições em áudio. - Há muitos jeitos de perceber a arte! Minha ideia de museu está crescendo.
A história · PDF, página 8
O caminho até o Olho
Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. LOCALIZAR E RESPEITAR O RITMO

O túnel liga o prédio principal à Torre do Olho. - Uma passagem por baixo! - percebeu Pipo. A turma seguiu a sinalização com Ana.

- A torre também tem espaços expositivos e áreas de apoio - explicou Ana. - Para mudar de piso, podemos pedir orientação sobre o elevador.

Na sala do Olho, Lila descobriu que aquela forma abriga arte de verdade. - Não é só bonito por fora: tem vida cultural por dentro!

Teco precisava descansar. O grupo fez uma pausa no Espaço do Visitante. - Nosso passeio fica melhor quando respeitamos cada ritmo - disse Ana.
A história · PDF, página 9
Quem cuida de tanta arte?
Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. VALORIZAR EQUIPES E INCLUSÃO

Ana mostrou imagens dos bastidores. - Na Reserva Técnica ficam obras que não estão expostas. A conservação ajuda a protegê-las - explicou.

- Não vamos entrar lá? - perguntou Pipo. - Essas áreas têm acesso controlado. Podemos conhecer o trabalho pelas explicações da equipe.

Nas oficinas, a turma aprendeu que criar também é investigar. Lila planejou uma exposição que aceitasse desenhos e ideias diferentes.

- E quem precisar de uma pausa? - lembrou Teco. Ana falou da Sala de Acomodação Sensorial. - Cuidar das pessoas também faz parte do museu!
A história · PDF, página 10
Nosso museu de descobertas
Uma aventura fictícia com Pipo, Lila, Teco e Ana. Obras e cenas internas ilustrativas. CRIAR, COMPARTILHAR E CUIDAR

Do lado de fora, a turma viu arte e áreas verdes no entorno. - O museu também conversa com a cidade! - disse Pipo, olhando Curitiba.

Em casa, cada amigo criou uma obra: Pipo desenhou curvas, Lila fez uma colagem, e Teco escolheu formas para uma pequena escultura.

Eles organizaram a exposição com títulos e espaço para circular. Ana leu as legendas em voz alta. Todos puderam participar.

- Descobrimos formas, ideias e jeitos de cuidar! - disse Lila. A família visitou o museu da turma. E uma nova pergunta já começou a nascer...
Descobertas · PDF, página 11
Um prédio, novas histórias
A história do MON começa antes de ele se tornar um museu.

O ANTIGO E O NOVO NO MESMO CONJUNTO

1967 O primeiro projeto Niemeyer desenha o prédio principal, pensado para o Instituto de Educação do Paraná.
Anos 1970 Outra função Após a inauguração, o prédio abriga secretarias estaduais.
2000-2001 Uma transformação Começam as negociações e a decisão de adaptar o edifício para um museu.
2002 O museu abre Em 22 de novembro, é inaugurado como NovoMuseu. O conjunto ganha o anexo Olho.
2003 O nome homenageia o arquiteto A instituição passa a se chamar Museu Oscar Niemeyer.
Qual lugar da sua cidade também mudou de função? Uma construção pode guardar várias histórias.
Descobertas · PDF, página 12
Quem foi Oscar Niemeyer?
Um arquiteto imagina espaços e pensa em como as pessoas vão usá-los.
Desenho + espaço + pessoas

Niemeyer (1907-2012) foi um arquiteto brasileiro. Seus projetos combinam retas e curvas. Ele desenhou os edifícios que formam o MON.

Croqui
Um desenho rápido para explorar uma ideia.
Maquete
Um modelo pequeno que mostra formas e volumes.
Projeto
Reúne informações para organizar e construir o espaço.
Se você criasse um museu...
Como seriam a entrada, o lugar para descansar e o espaço para as obras? Desenhar um prédio também é pensar em quem vai visitá-lo.
Descobertas · PDF, página 13
Como uma ideia vira construção?
Este esquema explica etapas gerais de construção. Não é o cronograma técnico da obra do MON.

1. Imaginar e desenhar
O arquiteto organiza formas, espaços, acessos e usos.
2. Calcular e planejar
Engenheiros estudam apoios e esforços; equipes planejam materiais e execução.
3. Preparar a estrutura
Fundações e apoios levam os esforços para o terreno. A estrutura sustenta o edifício.
4. Construir e adaptar
O prédio existente foi adaptado. O novo anexo ampliou o conjunto do museu.
5. Muitas mãos na obra do MON
Em 2002, a obra reuniu até 700 trabalhadores em três turnos (períodos de trabalho) e foi entregue em seis meses.
Concreto e aço trabalhando juntos
No concreto armado, barras de aço ficam dentro do concreto. A combinação ajuda a resistir a diferentes esforços. No MON, a técnica e os cálculos permitem formas marcantes.
Conceito simplificado: as soluções reais dependem do projeto de engenharia.
Descobertas · PDF, página 14
O Olho visto por fora
A fotografia enviada como referência ajuda a comparar a ilustração com a construção.

FOTOGRAFIA FORNECIDA PELO USUÁRIO

1 Forma curva
O contorno lembra um olho. Por dentro, há uma sala de exposições.
2 Torre de apoio
O volume amarelo faz parte da torre que sustenta o anexo e reúne outros espaços.
3 Fachada e entorno
Vidros, borda clara, prédio principal e áreas externas compõem o conjunto.
Descobertas · PDF, página 15
Guia dos ambientes do MON
Organização didática baseada no mapa público do museu. Não é uma planta de circulação ou evacuação.

1 Térreo
Bilheteria • entrada • guarda-volumes • saída MON Loja • MON Café • espaços de eventos e recepções
2 Primeiro piso
Salas de exposição 1 a 9 • banheiros Sala de Acomodação Sensorial (SAS)
3 Subsolo
Salas 10 e 11 • Espaço Niemeyer • MON Para Todos Pátio das Esculturas • oficinas • banheiros • túnel para o Olho
4 Torre / Olho
Exposições na Torre e no Olho • Espaço Araucária Espaço do Visitante • banheiros • saída do Olho no 2º andar
Há ainda espaços para aprender e cuidar
Auditório Poty Lazzarotto, Miniauditório, Centro de Documentação e Referência, áreas externas e setores técnicos. Vamos descobrir suas funções nas próximas páginas.
Descobertas · PDF, página 16
O prédio principal por dentro
A recepção orienta a chegada. Nas salas, cada exposição organiza um encontro com a arte.


Salas expositivas
Pinturas, desenhos, fotografias e outros trabalhos podem aparecer em diferentes mostras. A programação muda: observe as legendas e a sinalização.
Vão-Livre e Chão de Vidro
O Vão-Livre é uma área ampla. O Chão de Vidro permite ver uma sala abaixo: o Espaço Niemeyer. Compare olhar de cima e olhar de dentro!
Espaços de encontro
O Salão de Eventos recebe atividades programadas. O Auditório Poty Lazzarotto e o Miniauditório acolhem encontros conforme a agenda.
Descobertas · PDF, página 17
Descobertas no subsolo
Subsolo é um nível abaixo do térreo. Nem todo espaço desse nível fica completamente fechado.



Espaço Niemeyer
Fotos, maquetes, croquis e vídeos ajudam a conhecer o arquiteto. O espaço é circular e tem vidro ao centro do teto.
Pátio das Esculturas
É um espaço expositivo ao ar livre no subsolo. Tem obras tridimensionais, legendas em braile e permissão de toque, com cuidado.
Oficinas e aprendizagem
As oficinas convidam a investigar materiais e criar. A visita pode incluir atividades do Educativo, conforme programação e agendamento.
Descobertas · PDF, página 18
Entrar no Olho é descobrir!
O caminho entre os edifícios passa pelo túnel. A equipe ajuda a orientar a visita.



Torre e Espaço Araucária
São ambientes associados ao anexo, que podem receber exposições. Consulte os espaços abertos no dia da visita.
Sala expositiva do Olho
A forma que chama a atenção por fora abriga um espaço para exposições. A montagem muda conforme a mostra.
Espaço do Visitante
Fica no 2º andar da Torre do Olho e pode ser um local para uma pausa. Banheiros e elevadores ajudam a circulação e o conforto.
Descobertas · PDF, página 19
O que tem dentro do museu?
O MON reúne obras de diferentes artistas e culturas. Nem tudo do acervo fica exposto ao mesmo tempo.




Cada obra abre uma conversa
Imagens, volumes, espaços e objetos podem inspirar novas perguntas.
Pintura e desenho
Escultura
Cores e linhas sobre uma superfície.
Uma obra com volume, vista de vários lados.
Fotografia e vídeo
Arquitetura e design
Imagens paradas ou em movimento.
Projetos de espaços e de objetos.
Acervo não é a mesma coisa que exposição
Acervo é a coleção do museu. Exposição é uma seleção organizada para o público. No MON há obras de artistas como Poty Lazzarotto, Tarsila do Amaral e Tomie Ohtake, além de coleções africanas e asiáticas.
As imagens desta revista mostram obras inventadas para aprender. Elas não anunciam uma exposição real em cartaz.
Descobertas · PDF, página 20
Os bastidores também importam
Áreas técnicas têm acesso controlado. Esta página explica trabalhos que acontecem longe das salas.

1 Reserva Técnica
Guarda e organiza obras do acervo que não estão em exposição.
2 Conservação e Restauração
Examina, higieniza e cuida das obras. Luz, temperatura e umidade precisam ser acompanhadas.
3 Curadoria e montagem
Selecionam e organizam as obras e preparam sua apresentação com equipes especializadas.
4 Documentação e Referência
Reúne livros, catálogos, vídeos e documentos. A consulta local é aberta ao público, com orientação; os materiais não são emprestados.
Outras equipes cuidam da educação, recepção, segurança, limpeza, manutenção e administração. Um museu funciona com o trabalho de muitas pessoas.
Descobertas · PDF, página 21
Um passeio para diferentes pessoas
Cada visitante tem um ritmo e um jeito de perceber. Peça orientação à equipe do museu.

Mover-se com conforto
Há elevadores e banheiros acessíveis. Para pessoas em cadeira de rodas, o MON recomenda elevadores: algumas rampas internas são muito inclinadas.
Perceber de outros jeitos
Recursos como maquete tátil, braile e conteúdos em áudio ampliam as formas de conhecer o museu e suas obras.
Fazer uma pausa
A Sala de Acomodação Sensorial fica no primeiro piso, perto da Sala 1. Ela oferece estímulos reduzidos quando alguém precisa de acolhimento.
Preparar a experiência
A Narrativa Visual e o Mapa Sensorial ajudam a antecipar o passeio. Consulte a programação das atividades com Libras e a disponibilidade dos recursos.
Combinado da turma: ouvir, respeitar o espaço do outro e pedir ajuda quando precisar. Uma pausa também faz parte da descoberta!
Descobertas · PDF, página 22
Antes, durante e depois da visita
O MON fica na Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba. Planeje o passeio com um adulto.

Chegada e espaços de apoio
Bilheteria, recepção e guarda-volumes organizam a entrada. MON Loja e MON Café são espaços de apoio. Os dois estacionamentos têm acessos pelas ruas Marechal Hermes e Manoel Eufrásio.
Área externa, arte e natureza
O espelho d’água reflete a arquitetura. O entorno inclui áreas verdes e o Parcão, que recebe obras do MON sem Paredes. Observe a arte e siga as orientações de cada instalação.
Andar com o grupo, sem correr nas salas.
Não tocar nas obras, salvo onde o museu permite.
Fotografar só onde autorizado e sem flash.
Usar alimentos e bebidas apenas em locais permitidos.
Ouvir a equipe e respeitar a circulação de todos.
Antes de sair: o adulto confere ingressos, horários, exposições, oficinas e regras no site oficial. Disponibilidade e programação podem mudar.
Atividades · PDF, página 23
Caça às formas do Pipo
Observe as figuras. Conte apenas as peças grandes dentro de cada moldura; não conte bordas ou números.

1
2
3
Círculos
Triângulos
Retângulos
Quantidade:
Quantidade:
Quantidade:
Agora, desenhe um prédio imaginário usando pelo menos uma linha reta e uma curva. As curvas do Olho podem inspirar seu projeto!

Meu prédio se chama:
Atividades · PDF, página 24
O olhar curioso da Lila
Este desenho é uma criação para a revista. Não representa uma obra do acervo do MON.


1. Eu vejo...
Diga cores, linhas e formas que aparecem no desenho.
2. Eu imagino...
O que ele faz você lembrar? Mostre um detalhe que apoia sua ideia.
Converse com alguém: o que vocês perceberam de parecido? E de diferente?
Atividades · PDF, página 25
Coloque a história em ordem
Escreva 1, 2 e 3 nos círculos. O número 1 marca o fato mais antigo. Consulte a página 11.

A • 2002
O museu abre as portas como NovoMuseu.
B • 1967
O prédio principal é projetado por Niemeyer.
C • Anos 1970
O edifício passa a abrigar secretarias do Estado.
Minha própria linha do tempo
Desenhe ou escreva uma coisa que você fazia antes e uma coisa que faz agora.
ANTES AGORA
Atividades · PDF, página 26
Cada espaço tem uma função
Ligue os espaços da esquerda às funções da direita. As letras ajudam na conferência com um adulto.

1. Bilheteria A. Conhecer projetos do arquiteto.
2. Oficinas B. Guardar obras não expostas.
3. Espaço Niemeyer C. Organizar o ingresso da visita.
4. Reserva Técnica D. Fazer uma pausa.
5. Espaço do Visitante E. Investigar materiais e criar.
Uma pergunta extra
Por que não visitamos livremente a Reserva Técnica? Converse sobre os cuidados que as obras precisam receber.
Atividades · PDF, página 27
Monte seu museu em casa
Não é necessário comprar materiais. Use papéis, caixas limpas e desenhos que você já tem.

1. Escolha um tema
2. Crie três obras
Pode ser: nossa família, Curitiba, animais ou formas.
Desenho, colagem e uma pequena escultura de massinha.
3. Organize para todos
4. Convide e converse
Deixe passagem livre e um lugar para descansar.
Leia as legendas em voz alta e escute os visitantes.
Desenhe abaixo como você vai organizar sua exposição. Onde as obras, a passagem e a pausa ficam?

Nome do nosso museu:
O adulto ajuda a recortar, escolher superfícies estáveis e separar materiais adequados à idade.
Atividades · PDF, página 28
Legendas para sua exposição
Complete cada cartão, recorte com um adulto e coloque ao lado da sua obra. Não cole em obras do museu!

1 Minha obra de arte
Título:
Artista:
Materiais:

2 Minha obra de arte
Título:
Artista:
Materiais:

3 Minha obra de arte
Título:
Artista:
Materiais:
Como apresentar sua obra
Diga o que você criou, como fez e o que gostaria que o visitante percebesse. Depois pergunte: “O que você vê?”
Atividades · PDF, página 29
Memória das descobertas
Com um adulto, recorte nas bordas pontilhadas. Vire os cartões para baixo e encontre as 4 duplas iguais.

Arquitetura Pintura
Escultura Pesquisa
Escultura Arquitetura
Pesquisa Pintura
Quando achar uma dupla, conte o que ela lembra da aventura. Se estiver brincando sozinho, procure todos os pares sem pressa.
Atividades · PDF, página 30
Meu passaporte de descobertas
Faça na revista, em casa ou numa visita acompanhada. Marque só o que você conseguiu realizar.

Encontrei retas e curvas
Na foto da página 14 ou olhando a arquitetura.
Observei uma obra com calma
Contei algo que vejo e algo que imagino.
Descobri um novo espaço
Escolhi um ambiente e expliquei sua função.
Aprendi um jeito de cuidar
Lembrei uma orientação para preservar a arte.
Respeitei diferentes ritmos
Ouvi alguém e percebi quando uma pausa ajuda.
Criei minha própria obra
Usei materiais simples e compartilhei uma ideia.
Minha descoberta favorita foi...
Para colorir · PDF, página 31
O Museu do Olho para colorir
Pinte a turma e a arquitetura. Acrescente um céu de Curitiba.

Para colorir · PDF, página 32
A exposição da nossa turma
Pinte a cena e crie seus próprios desenhos nas molduras vazias.

Para adultos e referências · PDF, página 33
Um guia para o adulto mediador
Proposta para Educação Infantil e anos iniciais, adaptável ao desenvolvimento de cada criança.

Antes da leitura • 10 minutos
Pergunte o que a criança pensa que existe num museu. Mostre a foto da página 14 e convide a comparar formas. Valorize perguntas, sem exigir respostas prontas.
Durante a história • 20 a 30 minutos
Leia os capítulos em encontros curtos. Use as pausas para conversar. Diferencie fatos sobre o MON das situações fictícias dos personagens. Peça um detalhe que sustente cada interpretação.
Depois • 30 a 45 minutos
Escolha duas atividades e monte a exposição de casa. Não é preciso fazer tudo no mesmo dia. Deixe a criança escolher o tema, nomear as obras e ouvir quem visita.
Acompanhar a aprendizagem
Observe se a criança descreve formas, distingue acervo e exposição, ordena fatos, explica funções dos ambientes e reconhece um cuidado com arte ou pessoas. Registre falas e produções.
Adaptações: aceite respostas por fala, desenho, apontar ou escrita. Leia legendas em voz alta, ofereça intervalos e evite transformar a interpretação artística numa disputa de respostas certas.
Para adultos e referências · PDF, página 34
Respostas e boas conversas
Nos desafios de arte, respostas diferentes podem fazer sentido. Escute a explicação da criança.

Página 23 • Formas
Círculos: 3. Triângulos: 2. Retângulos: 4. O desenho do prédio é livre; procure pelo menos uma reta e uma curva.
Página 24 • O olhar da Lila
Exemplos de observação: círculo lilás, triângulo coral e linha azul. A interpretação é pessoal; peça um detalhe do desenho que apoie a ideia.
Página 25 • A história
A = 3; B = 1; C = 2. Ordem: projeto em 1967, uso por secretarias nos anos 1970, abertura do museu em 2002. Antes e agora: resposta pessoal.
Página 26 • Funções
1-C; 2-E; 3-A; 4-B; 5-D. A Reserva Técnica precisa de controle de acesso e condições adequadas para preservar as obras.
Páginas 27 a 30 • Criação e jogos
Projeto, legendas e passaporte: respostas pessoais. Na memória, há quatro pares: arquitetura, pintura, escultura e pesquisa. Celebre o processo e a cooperação.
Pergunta final: depois de conhecer o MON, o que você quer investigar na próxima visita?
Para adultos e referências · PDF, página 35
De onde vieram as descobertas?
Conteúdo consultado em 11 de outubro de 2026. Use os links para planejar uma visita real.
1 História e formação do museu
museuoscarniemeyer.org.br/sobre/historia
2 Mapa público dos ambientes
museuoscarniemeyer.org.br/visite/mapa-mon
3 Visita e orientações
museuoscarniemeyer.org.br/visite
4 Espaço Niemeyer
museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/espaco_niemeyer
5 Pátio das Esculturas
museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/patio_esculturas
6 Recursos de acessibilidade
museuoscarniemeyer.org.br/sobre/acessibilidade
7 Conservação, reserva e curadoria
museuoscarniemeyer.org.br/acervo/laboratorio
8 Centro de Documentação e Referência
museuoscarniemeyer.org.br/acervo/documentacao-e-referencia
9 Espaços de eventos
museuoscarniemeyer.org.br/eventos
10 MON sem Paredes
museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/monsemparedes-3edicao
11 Museu e artistas do acervo
museuoscarniemeyer.org.br/sobre
12 Fundação Oscar Niemeyer • projeto do MON
oscarniemeyer.org.br/obra/pro513
13 Paranacidade / AEN • construção do museu
parana.pr.gov.br/aen/Noticia/Obra-do-Paranacidade-MON-foi-erguido-em-seis-meses-de-trabalho-ininterrupto
14 UNESPAR • histórico e mudança de nome
https://sites.google.com/ies.unespar.edu.br/mapeamento-2/institui%C3%A7%C3%B5es/mon
Sobre esta edição
Projeto educativo independente de Pipo e os Amigos. Não é uma publicação oficial nem uma parceria com o MON. História e personagens são fictícios; cenas internas e obras desenhadas são ilustrações pedagógicas, sem reproduzir uma montagem real. A foto de referência foi fornecida pelo usuário; autoria não identificada no arquivo. Identidade visual da série e títulos em Fredoka Bold 700.
Para adultos e referências · PDF, página 36
Diploma de olhar curioso
Para preencher após a leitura e as atividades escolhidas.

Pipo e os Amigos celebram
a curiosidade de
que participou da aventura pelo Museu Oscar Niemeyer, observou formas e ideias, criou com imaginação e aprendeu
jeitos de cuidar da arte e das pessoas.



Data Adulto mediador



