Aventura no Parque Tanguá
Pipo, Lila e Teco colecionam lembranças, observam o jardim e a cascata e descobrem gestos de cuidado. A história inclui uma parada separada na Praça Primavera, fora do Tanguá.

Descobertas e leitura · PDF, página 2
Vamos colecionar lembranças?
Para crianças de 5 a 10 anos, com leitura compartilhada e atividades adaptáveis. A curiosidade não tem um único ritmo.



Pipo Lila Teco
A turma quer guardar descobertas, sons, brincadeiras e gestos de cuidado. Você está
convidado a fazer parte desse álbum!
1 A aventura do álbum de lembranças 3 a 10
2 História, passeio e descobertas 11 a 24
3 Dez missões para imprimir e brincar 25 a 34
4 Colorir, conferir e celebrar 35 a 40
Aventura fictícia inspirada nas referências e em fontes oficiais. Ana e as falas são criações da revista. A parada do parquinho e da bola acontece na Praça Primavera, fora do Tanguá; os brinquedos são interpretações artísticas. O roteiro não é um mapa nem uma programação real. Publicação educativa independente.
História em quadrinhos · PDF, página 3
Uma mochila cheia de vontade
Uma missão une a turma: guardar lembranças sem retirar nada da natureza.

Pipo abraçou a bola: “Quero ver tudo bem depressa!” Lila trouxe um caderno. Teco chegou devagar, e Ana reuniu os amigos.

“Hoje vamos guardar lembranças sem retirar nada da natureza”, propôs Ana. A turma escolheu desenhar, escutar e conversar.

No Tanguá, o jardim e as duas torres chamaram a atenção. Pipo diminuiu o passo: havia muito mais para perceber do que imaginava.

Ana sugeriu um álbum com quatro lembranças: uma descoberta, um som, uma brincadeira e um gesto de cuidado. Todos aceitaram!
História em quadrinhos · PDF, página 4
As pedras também contam histórias
Uma missão une a turma: guardar lembranças sem retirar nada da natureza.

Diante da parede de rocha, Lila perguntou: “Esse lugar sempre foi um parque?” Ana contou que ali existiam antigas pedreiras.

“Na pedreira, as pessoas retiravam rochas. Depois, esse espaço ganhou outro uso.” Pipo imaginou o lugar em outros tempos.

O parque foi inaugurado em 23 de novembro de 1996. A turma descobriu que cuidar de um lugar pode transformar sua história.

Lila desenhou a rocha e uma árvore. “Minha primeira lembrança é uma mudança!”, disse. Teco sorriu: aprender também é olhar para trás.
História em quadrinhos · PDF, página 5
Um jardim para olhar com calma
Uma missão une a turma: guardar lembranças sem retirar nada da natureza.

No Jardim Poty Lazzarotto, a turma percorreu os caminhos. A homenagem lembra um artista de Curitiba. Lila quis observar cada forma.

“O espelho d’água parece um desenho comprido!”, disse Pipo. Ana convidou os amigos a procurar curvas e linhas sem entrar nos canteiros.

Teco olhou as flores do caminho. “Não preciso levar uma para lembrar.” Lila registrou as cores no caderno, sem colher nada.

No mirante, todos ficaram atrás da proteção. Pipo guardou a bola: agora queria conhecer a paisagem, com os amigos pertinho.
História em quadrinhos · PDF, página 6
De onde vem a água da cascata?
Uma missão une a turma: guardar lembranças sem retirar nada da natureza.

A cascata apareceu entre as rochas. “Como a água chega lá em cima?”, perguntou Pipo. Ana explicou que aquela cascata é artificial.

“Uma bomba ajuda a água a circular. Depois, ela cai pela ação da gravidade.” Lila anotou a pergunta para desenhar o ciclo mais tarde.

De um caminho permitido, os amigos observaram o lago e escutaram a água. Teco fechou os olhos por um instante, com Ana ao lado.

Ana mostrou a abertura do túnel à distância. “Hoje vamos observá-lo de fora.” Pipo descobriu que conhecer também é respeitar os limites.
História em quadrinhos · PDF, página 7
O pequeno concerto da natureza
Uma missão une a turma: guardar lembranças sem retirar nada da natureza.

Um pássaro cantou. Os amigos fizeram silêncio para ouvir. Lila registrou um som agudo; Pipo reconheceu o barulho da água.

Os amigos observaram aves à distância. “Vamos dar comida?”, perguntou Pipo. “Elas procuram o alimento adequado na natureza”, explicou Ana.

Teco notou uma folha movendo-se ao vento. “O parque não é cenário parado: é um lugar de vida.” A turma ficou alguns minutos observando.

No piquenique, Ana distribuiu água e lanches. Cada um guardou seus resíduos. Pipo falou baixinho: “Quero que os próximos visitantes vejam isso também.”
História em quadrinhos · PDF, página 8
Outra parada para brincar
Uma missão une a turma: guardar lembranças sem retirar nada da natureza.

Em outro momento do passeio, Ana levou a turma à Praça Primavera, no Pilarzinho. “Esta é uma parada fora do Tanguá, para brincar!”

O playground virou uma aventura de imaginação. Lila esperou sua vez; Pipo olhou os combinados com Ana antes de usar o brinquedo.

Teco preferiu brincar no chão. Os amigos inventaram uma brincadeira de construir e contar histórias. Ninguém precisava fazer o mesmo movimento.

Pipo começou a se apressar, mas ouviu: “Minha vez também importa!” Ele respirou e esperou. A brincadeira ficou melhor quando todos participaram.
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A bola que juntou os amigos
Uma missão une a turma: guardar lembranças sem retirar nada da natureza.

Na praça, Ana escolheu um espaço adequado para a bola, conforme os combinados do local. A turma decidiu brincar de passes leves.

Pipo rolou a bola depressa, e ela passou por Teco. Ele ficou triste. “Meu ritmo é diferente.” Pipo percebeu que precisava escutar.

Os amigos aproximaram o alvo e diminuíram a força. Teco encostou o focinho na bola para fazê-la rolar. Lila comemorou com carinho.

A missão era fazer a bola passar por todos, sem deixar ninguém de fora. Quando conseguiram, Pipo disse: “Nossa vitória foi brincar juntos!”
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O que cabe numa lembrança?
Uma missão une a turma: guardar lembranças sem retirar nada da natureza.

No fim da aventura, a turma voltou ao Tanguá para olhar o pôr do sol, em uma área liberada. O céu mudou de cor, e ninguém teve pressa.

Lila abriu o álbum: rochas, jardim, água, aves e brincadeiras. Teco contou que o momento mais bonito foi quando seus amigos o escutaram.

Pipo olhou a mochila: a bola estava ali, mas as melhores lembranças não eram objetos. Eram descobertas, sons e gestos de amizade.

“Um lugar pode ganhar uma nova história. E a gente também”, disse Ana. Pipo abraçou os amigos. O álbum ficou pronto; a curiosidade continuou.
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O caminho da nossa aventura
A sequência organiza a história. Um passeio real precisa considerar acessos liberados, tempo, clima e necessidades do grupo.
1 Preparar e chegar
Separar água, lanche e materiais; combinar pausas e o que queremos descobrir.
2 Jardim e mirante do Tanguá
Observar canteiros, espelhos d’água, cores e a paisagem, nos caminhos permitidos.
3 Lago, rochas e cascata
Olhar o antigo paredão de pedreira e escutar a água de um ponto autorizado.
4 Natureza e piquenique
Observar seres vivos sem interferir e cuidar dos resíduos do próprio lanche.
5 Parada extra: Praça Primavera
Fora do Tanguá, a história inclui parquinho e bola em um espaço adequado.
6 Voltar ao Tanguá e recordar
Na ficção, a turma contempla o pôr do sol e compartilha o álbum de lembranças.
Escolher também faz parte do passeio
Não é preciso fazer tudo num dia. O adulto pode escolher uma parte, verificar os percursos e adaptar a experiência. O deslocamento até a praça é uma etapa separada, não uma trilha interna do parque.
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De pedreiras a lugar de encontros
A paisagem guarda marcas de usos diferentes. Veja como esse espaço mudou com o tempo.
As antigas pedreiras
ANTES
A área teve pedreiras da família Gava: lugares de retirada de rocha. O paredão ajuda a perceber essa história.
Uma atividade encerrada
1970
As pedreiras foram desativadas na década de 1970. A área passou por um período sem esse uso.
Nasce o Parque Tanguá
1996
A inauguração aconteceu em 23 de novembro de 1996. O espaço ganhou uma nova função de lazer e contato com a natureza.
Jardim e homenagem
1998
Em 6 de junho de 1998 foi inaugurado o Jardim Poty Lazzarotto, em memória do artista curitibano.
Uma palavra que guarda história
Segundo a Prefeitura, Tanguá é um nome de origem indígena com o sentido de “baía das conchas”. Conhecer nomes, paisagens e registros ajuda a perceber as histórias que um lugar reúne.
Década de 1970 é um período de dez anos: 1970 a 1979. Não indica um dia exato de fechamento.
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Um parque com muitas paisagens
O Tanguá fica em Curitiba, na região de Taboão e Pilarzinho. Um mesmo lugar reúne jardins, rochas, água e vegetação.

Parte superior
Parte inferior
O Jardim Poty Lazzarotto e o belvedere compõem a paisagem construída na área mais alta.
Lago, paredões de rocha e vegetação mostram outra perspectiva do parque.
Um espaço amplo
Uma vista não mostra tudo
São 235.000 m² de área. Há caminhos para caminhar e pedalar; siga a sinalização de uso de cada espaço.
A foto aérea ajuda a conhecer o conjunto, mas não indica quais acessos estão abertos nem como chegar a cada ponto.
Verifique antes de sair
Consulte informações oficiais e a sinalização do dia. Caminhos, decks e estruturas podem ter restrições temporárias. O adulto escolhe os trechos adequados ao grupo.
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Duas maneiras de olhar o Tanguá
Compare as referências. Na parte alta vemos o jardim; de baixo, percebemos a rocha e a queda d’água.
JARDIM E BELVEDERE

LAGO, ROCHA E CASCATA

O que mudou entre as duas imagens?
Procure a construção colorida nas duas vistas. Identifique o que fica acima e abaixo. A mudança do ponto de observação transforma o que aparece, sem mudar o lugar observado.
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Um jardim também pode ensinar
Cores, formas e caminhos convidam à observação. Olhe os detalhes sem pisar nos canteiros ou colher plantas.

Uma homenagem em Curitiba
O nome Jardim Poty Lazzarotto lembra o artista. Na história, Lila usa a paisagem como inspiração para desenhar.
Linhas e curvas
Cores que conversam
Procure um contorno reto e outro curvo. Descreva onde você viu cada um.
Escolha duas cores da paisagem. Que sensação elas despertam em você?
Reflexos na água
Desenhar com liberdade
A superfície pode refletir o céu e as construções. Vento e movimento mudam essa imagem.
Registre um detalhe observado e acrescente uma ideia sua. Conte o que veio da observação e o que você imaginou.
Um desenho guarda uma experiência
Você pode desenhar, ditar, contar oralmente ou registrar uma imagem com um adulto. A lembrança não precisa ser uma flor retirada do jardim.
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Como funciona a cascata artificial?
A queda d’água tem cerca de 65 metros. Uma bomba ajuda a água a circular. Este esquema explica o princípio, sem mostrar a posição real dos equipamentos.

2. Bomba hidráulica
3. Parte superior
Usa energia para impulsionar a água.
A água chega ao nível elevado.
1. Água do lago
4. Queda e retorno
Ponto de partida do circuito.
A gravidade faz a água cair; ela retorna ao lago.
Sequência: 1, 2, 3, 4 e retorno ao 1.
A bomba e a gravidade têm papéis diferentes
A bomba fornece energia para elevar a água. A gravidade favorece a queda. A cascata é artificial porque faz parte de um sistema construído e mantido pelas pessoas.
Não é movimento sem energia
A circulação depende de equipamentos e manutenção. A aparência da cascata pode variar quando o sistema está parado ou passa por reparos.
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Um lugar de vida, não só de passeio
Água, vegetação e rochas fazem parte do ambiente. Observe seres vivos sem tocar, perseguir ou oferecer alimento.

Encontros sem promessa
A presença de animais varia. Observar aves à distância é uma possibilidade, não uma garantia de cada visita.
Ver e escutar
Plantas e abrigo
Pare em um caminho permitido. Que movimentos, formas e sons você percebe?
Árvores e outras plantas podem oferecer abrigo e sombra. Procure sinais dessas relações sem retirar nada.
Animais e alimento
Registrar com respeito
Um animal procura alimento adequado ao seu modo de vida. Observe sem oferecer comida ou mudar seu comportamento.
Desenhe ou descreva o que viu. Se não souber o nome, conte as características e pesquise depois com um adulto.
Observar também é cuidar
Um ambiente reúne seres vivos e elementos como água, ar e rochas. Respeitar essas relações inclui não tocar nem perseguir animais. Uma observação tranquila já é uma descoberta.
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Uma pausa para perceber mais
Faça a proposta com um adulto, em um ponto permitido e confortável. Não prove plantas nem toque em animais.

Olhar, escutar e sentir o momento
Símbolos ilustrativos; não é necessário recolher materiais.
Olhar
Escutar
Comparar
Encontre uma cor que se repete.
Perceba um som próximo e um mais distante.
O mesmo som ficou mais forte ou mais fraco?
Perguntar
Registrar
Rever
O que você gostaria de descobrir?
Desenhe, escreva ou conte o que percebeu.
Outra pessoa observou algo diferente?
A observação descreve o que percebemos. Uma hipótese é uma ideia para explicar; ela pode mudar quando descobrimos mais.
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Formas que ajudam a comparar
Estas seis figuras são uma coleção criada para aprender. Não representam a quantidade de canteiros do parque.

Duas figuras de cada forma: seis ao todo.
Organizar por forma
Organizar por cor
Há 2 círculos, 2 triângulos e 2 quadrados. Cada par reúne uma mesma forma.
Há 3 peças azuis e 3 amarelas. Um mesmo critério pode reunir formas diferentes.
Mudar sem acrescentar
Explicar a escolha
Trocar as peças de lugar não muda o total: continuam 6.
Mostre como organizou e diga que característica usou. Pode existir outra organização possível.
Da figura à paisagem
No passeio, procure formas parecidas com estas, sem exigir que sejam perfeitas. Uma construção real pode combinar muitas formas diferentes.
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Parquinho: uma parada fora do Tanguá
Na aventura, os amigos visitam a Praça Primavera, no Pilarzinho. O playground é citado pela Prefeitura; a cena é uma interpretação.

Outro espaço de Curitiba
A praça integra o conjunto do Bosque Pilarzinho. Não é uma estrutura interna do Parque Tanguá.
Compartilhar
Olhar as condições
Espere a vez e combine a ordem com as pessoas que estão brincando.
O adulto verifica os brinquedos, a indicação de uso e a adequação para a criança.
Inventar junto
Escutar limites
Quem prefere ficar no chão pode criar histórias, movimentos e jogos de imaginação.
Uma pessoa pode querer companhia, outra atividade ou uma pausa. Pergunte em vez de insistir.
A brincadeira vale pelo encontro
O grupo pode adaptar a proposta sem exigir o mesmo brinquedo ou movimento de todos. Respeitar escolhas ajuda a construir confiança.
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Jogar bola para aproximar
A turma brinca de passes leves em espaço adequado da praça. O adulto confirma autorização, condições e circulação.

A regra pode mudar
Quando Teco não conseguiu acompanhar, os amigos aproximaram o alvo e diminuíram a força.
Combinar um objetivo
Escolher o espaço
Fazer a bola passar por todos, sem competição, pode ser a primeira missão.
Use uma área nivelada e permitida, longe de água, trânsito, jardins e passagem de outras pessoas.
Adaptar movimentos
Conversar depois
Role uma bola macia, aproxime o alvo e ofereça outras formas de participação.
Pergunte: todos tiveram uma vez? O que facilitou a brincadeira? Que mudança podemos fazer?
Uma vitória compartilhada
Você pode passar, indicar o alvo, marcar a sequência ou apoiar alguém. A participação tem valor sem exigir que todos façam o mesmo gesto.
Descobertas e leitura · PDF, página 22
Piquenique com cuidado e afeto
Uma pausa reúne a turma para beber água, conversar e observar. Escolha um espaço permitido e deixe-o organizado.

Um lanche, muitas conversas
Pipo percebeu que cuidar do lugar também é pensar em quem virá depois.
Preparar
Higiene e alimentação
Use recipientes reutilizáveis quando possível e leve uma sacola para seus resíduos.
O adulto organiza a higiene das mãos e alimentos adequados às necessidades de quem participa.
Separar e levar
Conferir antes de sair
Siga a identificação das lixeiras. Se não houver destinação adequada, leve os resíduos para separar depois.
Veja se ficou alguma embalagem, guardanapo ou objeto. Organizar juntos divide o cuidado.
O lanche é das pessoas
Não deixe restos de comida para animais silvestres. A pausa termina melhor quando o local continua limpo e os animais seguem livres.
Descobertas e leitura · PDF, página 23
O céu muda, a lembrança fica
O pôr do sol é um dos momentos de contemplação do Tanguá. Sua aparência depende do clima e das condições do dia.

Ficar sem correr
A turma observou cores e conversou. Uma pausa pode ser tão importante quanto uma brincadeira.
Perceber mudanças
Nomear sentimentos
Compare as cores do céu em dois momentos próximos, sem olhar diretamente para o Sol.
Você sentiu alegria, tranquilidade, saudade ou outra emoção? Pode responder do seu jeito.
Agradecer um gesto
Guardar sem retirar
Conte algo que alguém fez para tornar o passeio melhor.
Um desenho, um relato ou uma foto com o adulto pode registrar o encontro.
A melhor lembrança pode ser uma pessoa
Pipo descobriu que escutar Teco e esperar Lila também faziam parte do passeio. O lugar ficou ligado aos gestos de amizade.
Descobertas e leitura · PDF, página 24
Nosso álbum de pequenas descobertas
Transforme a experiência em um álbum compartilhado. Pode ser feito depois de um passeio real ou da leitura da revista.
1. Escolher quatro lembranças
Uma descoberta, um som, uma brincadeira e um gesto de cuidado.
2. Escutar quem participou
Cada pessoa pode recordar um momento diferente. Convide sem exigir uma resposta igual.
3. Registrar de vários jeitos
Use desenho, palavra, fala ditada ou fotografia feita com um adulto.
4. Distinguir observar e imaginar
Conte o que aconteceu e o que foi inventado. Ambos podem fazer parte do álbum.
5. Reunir e recontar
Organize começo, acontecimentos e final. Explique por que escolheu cada lembrança.
6. Planejar uma nova descoberta
Escolha uma pergunta que ficou. Pesquise com um adulto ou planeje outro encontro.
Uma coleção que respeita o lugar
O álbum reúne registros e memórias. Não precisa conter folhas, flores ou pedras retiradas do parque. A curiosidade continua com as perguntas que levamos para casa.
Atividades e desenhos · PDF, página 25
Missão 1: lembrar e explicar
Marque A ou B. Depois explique sua escolha com um detalhe da aventura. Um adulto pode ler as alternativas.
1 O que a turma queria guardar?
A. Lembranças sem retirar nada da natureza. B. Flores arrancadas do jardim.
2 O que existia antes no lugar do Tanguá?
A. Um aeroporto. B. Antigas pedreiras.
3 O que ajuda a água a subir no sistema?
A. Só a gravidade. B. Uma bomba hidráulica.
4 Onde acontece a parada do parquinho?
A. Na Praça Primavera, fora do Tanguá. B. Dentro do túnel do parque.
5 Como observaram as aves?
A. À distância, sem oferecer alimento. B. Perseguindo para tocar nelas.
6 O que ajudou Teco no jogo?
A. Exigir que ele fosse mais rápido. B. Adaptar a força, o alvo e o ritmo.
Uma cena que mostra amizade: ____________________________________
Atividades e desenhos · PDF, página 26
Missão 2: palavras da aventura
Complete cada palavra com a primeira letra. Leia com um adulto e converse sobre o significado.
ANGUÁ O parque de Curitiba que inspira esta aventura.
AGO Uma parte da paisagem com água.
ARDIM Espaço com plantas, canteiros e caminhos.
IPO A capivara curiosa da nossa história.
OLA Objeto usado na brincadeira cooperativa.
ATUREZA Um mundo de seres vivos, água, rochas e relações.
MIZADE Um vínculo que cresce com escuta e cuidado.
Sua palavra nova
Diga ou escreva uma palavra que lembra a aventura. Qual é a letra inicial? Tente explicar o significado para alguém.
Atividades e desenhos · PDF, página 27
Missão 3: contar, somar e comparar
As figuras representam desenhos do álbum. É uma coleção diferente da página 19. Conte antes de responder.

Círculos: ____ Triângulos: ____ Quadrados: ____
Total de peças: ______
1. Comparar
Há mais círculos ou mais triângulos? Quantos a mais?
Resposta: ______________________________________
2. Desenhos para o álbum
Lila fez 4 desenhos. Pipo fez mais 2. A turma escolheu guardar 1 para outro álbum. Quantos desenhos ficaram neste álbum?
Resposta: __________ desenhos
3. Continue o padrão de cores
Pinte os dois círculos vazios seguindo a repetição.
Atividades e desenhos · PDF, página 28
Missão 4: observar e organizar
Circule N para um elemento da natureza ou P para um objeto feito pelas pessoas. Compare as representações.

Folha
Livro
N / P
N / P
Explique sua escolha.
Explique sua escolha.
Semente
Bola
N / P
N / P
Explique sua escolha.
Explique sua escolha.
Pedra
Lápis
N / P
N / P
Explique sua escolha.
Explique sua escolha.
Materiais também têm uma origem
Um álbum é feito pelas pessoas, mas o papel tem uma história ligada à natureza. Nesta missão, distinguimos o elemento representado do objeto produzido.
Atividades e desenhos · PDF, página 29
Missão 5: o caminho das descobertas
Entre pela abertura inferior esquerda. Passe pelos pontos 1, 2 e 3 e saia pela abertura superior direita.
Este labirinto é um jogo inventado. Não é um mapa do Tanguá ou da praça.

SAÍDA
3
1
2
ENTRADA
Converse enquanto encontra o caminho
Ponto 1: diga algo que você observou. Ponto 2: lembre um som do passeio. Ponto 3: conte um gesto de amizade. Você pode fazer o caminho com ajuda.
Atividades e desenhos · PDF, página 30
Missão 6: memória das descobertas
Peça a um adulto para recortar. Misture, vire as figuras para baixo e encontre os pares. Explique o que elas lembram.

Álbum Bola Lupa
Folha Cores Cuidado
Folha Álbum Cuidado
Cores Bola Lupa
Rodada cooperativa: depois de encontrar os seis pares, escolham uma figura para contar uma descoberta da história. Todos podem contribuir.
Jogamos juntos: ______________________________________
Atividades e desenhos · PDF, página 31
Missão 7: cartões de convivência
Recorte com ajuda. Leia um cartão por vez, pense em possibilidades e encene uma resposta respeitosa.
1 Uma ave se aproximou
2 Ritmos diferentes
Uma pessoa quer dar pão ao animal. Como explicar outra forma de apreciar o encontro?
Um amigo precisa de mais tempo no passeio. O que pode mudar no roteiro?
3 Vontade de colher
4 A bola passou longe
Uma flor é linda. Como guardar essa lembrança deixando a planta no jardim?
Um amigo ficou de fora do jogo. Que mudança pode ajudar?
5 Uma área está fechada
6 Preciso de uma pausa
O grupo quer atravessar a proteção para ver melhor. Que outro plano podemos escolher?
Alguém está cansado. Como escutar esse pedido e adaptar o passeio?
7 Dois querem brincar
8 Depois do piquenique
Só há um brinquedo disponível. Que combinação pode ajudar os dois?
Ficaram embalagens perto do banco. Como cuidar dos nossos resíduos juntos?
Há muitas respostas possíveis. Convide a criança a justificar a escolha e ouvir outra proposta.
Atividades e desenhos · PDF, página 32
Missão 8: meu álbum de lembranças
Registre quatro lembranças da história ou de um passeio seu. Conte o que aconteceu e o que você imaginou.
Meu nome: __________________________________________
Uma descoberta
Um som
Quero lembrar porque...
Quero lembrar porque...
Uma brincadeira
Um gesto de cuidado
Quero lembrar porque...
Quero lembrar porque...
Minha próxima pergunta: _________________________________
Atividades e desenhos · PDF, página 33
Missão 9: diário de cinco momentos
Escolha cinco momentos. Escreva, desenhe ou dite ao adulto uma pequena experiência em cada um.
MOMENTO 1 • OLHAR
Percebi uma forma ou uma cor na paisagem.
MOMENTO 2 • ESCUTAR
Reconheci um som próximo ou distante.
MOMENTO 3 • PERGUNTAR
Uma dúvida me fez querer descobrir mais.
MOMENTO 4 • BRINCAR
Uma adaptação ajudou alguém a participar.
MOMENTO 5 • CUIDAR
Um gesto meu ajudou uma pessoa ou um lugar.
O que eu quero continuar fazendo? _______________________________
Atividades e desenhos · PDF, página 34
Missão 10: mural de boas ideias
Desenhe ou escreva nos cartões. Cada pessoa pode contribuir de uma maneira. Recorte com ajuda e reúna as ideias.
Observo
Pergunto
Convido
Minha ideia:
Minha ideia:
Minha ideia:
Aprendo
Ajudo
Cuido
Minha ideia:
Minha ideia:
Minha ideia:
Juntar não é apagar as diferenças
Cada cartão pode ter um desenho, uma palavra ou um relato ditado. Ao reunir tudo, conversem: que ideia ajuda o grupo? O que precisa ser adaptado? O que queremos continuar descobrindo?
Quem participou: ______________________________________
Atividades e desenhos · PDF, página 35
Colorir: a turma no Jardim Poty
Pinte o jardim e os amigos. Que formas e cores você reconheceu no passeio?

Meu nome: __________________________________________
Atividades e desenhos · PDF, página 36
Colorir: uma bola, muitos amigos
Pinte a brincadeira na praça. Conte uma adaptação que ajudou todos a participar.

Meu nome: __________________________________________
Atividades e desenhos · PDF, página 37
Para famílias e educadores
Valorize perguntas, sentimentos e explicações. As propostas podem ser feitas após a leitura, sem exigir uma visita real.
História e linguagem
Ciência e observação
Reconte começo, mudança e final. Compare o uso antigo da área com o parque. A criança pode falar, desenhar, apontar ou ditar para registrar.
Distinga o que foi percebido de uma ideia para explicar. No ciclo da água, pergunte o papel da bomba e da gravidade; use o esquema da página 16.
Matemática e arte
Convivência e movimento
Conte, compare, organize e explique critérios. Desenhe formas da paisagem sem exigir cópias idênticas. As quantidades dos exercícios são coleções didáticas.
Observe escuta, espera, convite e respeito a pausas. Ajuste distância, força da bola, tempo e modos de participar com as pessoas do grupo.
Uma sequência em três encontros
1. Leia os capítulos 1 a 4 e converse sobre história, paisagem e água. 2. Leia os capítulos 5 a 8 e experimente as propostas de observar e cooperar. 3. Reúna quatro lembranças no álbum e formule uma nova pergunta.
Para um passeio real: verifique trajetos, acessos, estrutura disponível e clima. A parada na Praça Primavera é separada. Adapte às necessidades de cada participante e siga a sinalização. O túnel não faz parte da visita proposta nesta revista.
Descobertas e leitura · PDF, página 38
Gabarito para conferir juntos
Escute como a criança pensou. Desenhos, sentimentos e relatos podem ter respostas diferentes.
Missão 1 • compreender
Na ordem: A, B, B, A, A, B. A turma guardou lembranças, conheceu antigas pedreiras, observou animais e adaptou a brincadeira.
Missão 2 • palavras
Letras iniciais: T, L, J, P, B, N, A. Palavras: TANGUÁ, LAGO, JARDIM, PIPO, BOLA, NATUREZA e AMIZADE.
Missão 3 • matemática
3 círculos, 2 triângulos, 1 quadrado: total 6. Há 1 círculo a mais que triângulos. Ficaram 5 desenhos no álbum: 4 + 2 − 1. Padrão: azul, amarelo.
Missão 4 • organizar
Na ordem: N, P, N, P, N, P. Folha, semente e pedra são elementos naturais; livro, bola e lápis são objetos feitos pelas pessoas.
Missão 5 • labirinto
Missões 6 a 10
Memória: dois cartões de cada figura, formando seis pares. Conversas, álbum, diário e mural têm respostas pessoais. Procure observação, cuidado, justificativa e participação. As pinturas também são livres. Retome as quatro lembranças do álbum: descoberta, som, brincadeira e gesto de cuidado.
3
1
2
Descobertas e leitura · PDF, página 39
Fontes para continuar descobrindo
Informações históricas e dos espaços foram verificadas em fontes da Prefeitura. Narrativa e atividades são criações da revista.
1. Prefeitura • Parque Municipal Tanguá
Histórico das pedreiras, localização, paisagem e estruturas.
2. Prefeitura • 28 anos do Tanguá • 2024
Jardim Poty, belvedere e contemplação do pôr do sol.
3. Prefeitura • Cascata em funcionamento • 2015
Inauguração do parque e bomba de circulação da água.
4. Plano de manejo • para discussão • 2005
Registro histórico da inauguração do jardim e do circuito da água.
5. Prefeitura • Bosque Pilarzinho / Primavera
Praça Primavera, playground e espaços esportivos; fora do Tanguá.
6. Prefeitura • Manutenção de estruturas • 2026
Exemplo de manutenção e restrições temporárias; não indica situação atual.
Sobre as imagens e a visita real
As seis fotos anexadas orientaram o Tanguá ilustrado. As cenas não documentam uma visita real. Fotografias e fontes históricas não garantem acessos atuais. Há informações oficiais divergentes sobre o túnel; a aventura o observa apenas de fora. Consulte os canais oficiais antes do passeio.
Descobertas e leitura · PDF, página 40
Certificado de pequenas grandes descobertas
Uma lembrança para guardar a curiosidade, a amizade e o cuidado que nasceram da aventura.
AMIGO DA NATUREZA E DA TURMA
Este certificado celebra a participação de
que observou com curiosidade, brincou com respeito e descobriu
que as melhores lembranças podem ser guardadas em desenhos,
palavras e gestos de amizade.



Um gesto de cuidado que quero continuar:
Data: Com quem aprendi:



