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Curitiba e cultura

Aventura no Serra Verde Express

Da estação de Curitiba a Morretes, uma viagem de natureza, engenharia, histórias e sabores.

40 páginas no material para imprimir
Aventura no Serra Verde Express — a turma na aventura

Apresentação · PDF, página 2

Seu passaporte de descobertas

Para crianças de 5 a 9 anos, com leitura compartilhada em família ou na escola.

Seu passaporte de descobertas — ilustração, página 2
Seu passaporte de descobertas — ilustração, página 2
Seu passaporte de descobertas — ilustração, página 2

Pipo Lila Teco

Nossa missão: reunir uma descoberta da natureza, uma da engenharia e uma da cultura!

Seu passaporte de descobertas — esquema ou atividade, página 2

01 A aventura em 32 quadrinhos 3 a 10

02 Da estação ao sabor do barreado 11 a 24

03 Dez missões para imprimir e brincar 25 a 34

04 Colorir, conferir e celebrar 35 a 40

História fictícia inspirada em fontes oficiais e nas referências visuais fornecidas. Ilustrações e esquemas simplificam os lugares. Publicação educativa independente, sem vínculo oficial com a operadora.

A história · PDF, página 3

1. Um convite sobre trilhos

Acompanhe a viagem e guarde as três descobertas da turma. OBSERVAR • PERGUNTAR • PLANEJAR

1. Um convite sobre trilhos — cena 1: Na estação de Curitiba, Pipo abriu seu caderno. Ana anunciou: ‘Hoje vamos descobrir como a serra, o trem e a comida contam histórias!’
A AVENTURA CONTINUA · 1

Na estação de Curitiba, Pipo abriu seu caderno. Ana anunciou: ‘Hoje vamos descobrir como a serra, o trem e a comida contam histórias!’

1. Um convite sobre trilhos — cena 2: Lila propôs uma missão: ‘Vamos guardar três descobertas: uma da natureza, uma da engenharia e uma da cultura de Morretes.’
A AVENTURA CONTINUA · 2

Lila propôs uma missão: ‘Vamos guardar três descobertas: uma da natureza, uma da engenharia e uma da cultura de Morretes.’

1. Um convite sobre trilhos — cena 3: Teco observou o trem. ‘Quantas janelas! Cada uma pode mostrar uma paisagem diferente.’ Todos prepararam seus olhos curiosos.
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Teco observou o trem. ‘Quantas janelas! Cada uma pode mostrar uma paisagem diferente.’ Todos prepararam seus olhos curiosos.

1. Um convite sobre trilhos — cena 4: Com Ana, a turma conferiu o bilhete e seguiu a orientação da equipe. O passeio começava com cuidado e muita vontade de aprender.
A AVENTURA CONTINUA · 4

Com Ana, a turma conferiu o bilhete e seguiu a orientação da equipe. O passeio começava com cuidado e muita vontade de aprender.

A história · PDF, página 4

2. A janela vira um livro

Acompanhe a viagem e guarde as três descobertas da turma. TEMPO • PAISAGEM • CONVIVÊNCIA

2. A janela vira um livro — cena 1: Já sentados, os amigos ouviram a guia. ‘Esta ferrovia foi construída há muito tempo para ligar o planalto ao litoral do Paraná.’
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Já sentados, os amigos ouviram a guia. ‘Esta ferrovia foi construída há muito tempo para ligar o planalto ao litoral do Paraná.’

2. A janela vira um livro — cena 2: Ana contou que a ferrovia Curitiba-Paranaguá foi inaugurada em 1885. ‘Hoje faremos o passeio turístico até Morretes’, explicou.
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Ana contou que a ferrovia Curitiba-Paranaguá foi inaugurada em 1885. ‘Hoje faremos o passeio turístico até Morretes’, explicou.

2. A janela vira um livro — cena 3: O trem deixou Curitiba. Casas e ruas apareceram na janela. Depois, perto de Piraquara, a turma percebeu mais campos e árvores.
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O trem deixou Curitiba. Casas e ruas apareceram na janela. Depois, perto de Piraquara, a turma percebeu mais campos e árvores.

2. A janela vira um livro — cena 4: Pipo desenhou dois cenários no caderno. ‘A paisagem muda aos poucos!’ Lila completou: ‘Olhar com atenção também é aprender.’
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Pipo desenhou dois cenários no caderno. ‘A paisagem muda aos poucos!’ Lila completou: ‘Olhar com atenção também é aprender.’

A história · PDF, página 5

3. Entrando no mundo verde

Acompanhe a viagem e guarde as três descobertas da turma. RELEVO • TÚNEIS • CURIOSIDADE

3. Entrando no mundo verde — cena 1: Ao se aproximar de Roça Nova, o trem encontrou a passagem para a serra. A mata ficou mais densa, e o caminho parecia abraçar as montanhas.
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Ao se aproximar de Roça Nova, o trem encontrou a passagem para a serra. A mata ficou mais densa, e o caminho parecia abraçar as montanhas.

3. Entrando no mundo verde — cena 2: O trem entrou em um túnel. ‘Ficou escuro lá fora!’ disse Lila. Ana explicou: ‘O túnel permite passar por dentro de uma parte da montanha.’
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O trem entrou em um túnel. ‘Ficou escuro lá fora!’ disse Lila. Ana explicou: ‘O túnel permite passar por dentro de uma parte da montanha.’

3. Entrando no mundo verde — cena 3: Na saída, um vale verde se abriu. A turma viu encostas, nuvens e água descendo pelas pedras. Pipo ficou em silêncio para observar.
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Na saída, um vale verde se abriu. A turma viu encostas, nuvens e água descendo pelas pedras. Pipo ficou em silêncio para observar.

3. Entrando no mundo verde — cena 4: ‘Não estamos vendo só árvores’, percebeu Teco. ‘Há água, rochas e muitos seres vivos!’ A primeira descoberta estava no caderno.
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‘Não estamos vendo só árvores’, percebeu Teco. ‘Há água, rochas e muitos seres vivos!’ A primeira descoberta estava no caderno.

A história · PDF, página 6

4. Pontes que vencem vales

Acompanhe a viagem e guarde as três descobertas da turma. ENGENHARIA • FORMAS • APOIOS

4. Pontes que vencem vales — cena 1: Na Ponte São João, os trilhos cruzavam um vale. ‘A ponte apoia o caminho do trem sobre um espaço mais baixo’, explicou Ana.
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Na Ponte São João, os trilhos cruzavam um vale. ‘A ponte apoia o caminho do trem sobre um espaço mais baixo’, explicou Ana.

4. Pontes que vencem vales — cena 2: Lila reparou nas peças da estrutura. ‘Tudo precisa trabalhar junto!’ A turma imaginou quantas pessoas ajudaram a construir a ferrovia.
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Lila reparou nas peças da estrutura. ‘Tudo precisa trabalhar junto!’ A turma imaginou quantas pessoas ajudaram a construir a ferrovia.

4. Pontes que vencem vales — cena 3: No Viaduto do Carvalho, o trem acompanhou a encosta em uma curva. A paisagem era enorme, mas os trilhos continuavam apoiados na estrutura.
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No Viaduto do Carvalho, o trem acompanhou a encosta em uma curva. A paisagem era enorme, mas os trilhos continuavam apoiados na estrutura.

4. Pontes que vencem vales — cena 4: Pipo sorriu: ‘Parece que voamos, mas não voamos!’ Teco concluiu: ‘A engenharia criou um caminho para atravessar a serra.’
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Pipo sorriu: ‘Parece que voamos, mas não voamos!’ Teco concluiu: ‘A engenharia criou um caminho para atravessar a serra.’

A história · PDF, página 7

5. A serra tem muitos moradores

Acompanhe a viagem e guarde as três descobertas da turma. MATA ATLÂNTICA • ÁGUA • RESPEITO

5. A serra tem muitos moradores — cena 1: A turma procurou diferentes verdes na Mata Atlântica. Folhas grandes, palmeiras e plantas sobre os troncos formavam um cenário cheio de vida.
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A turma procurou diferentes verdes na Mata Atlântica. Folhas grandes, palmeiras e plantas sobre os troncos formavam um cenário cheio de vida.

5. A serra tem muitos moradores — cena 2: ‘Será que veremos algum animal?’, perguntou Pipo. ‘Talvez’, respondeu Ana. ‘Eles vivem livres, e nem sempre aparecem durante o passeio.’
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‘Será que veremos algum animal?’, perguntou Pipo. ‘Talvez’, respondeu Ana. ‘Eles vivem livres, e nem sempre aparecem durante o passeio.’

5. A serra tem muitos moradores — cena 3: Perto do conjunto Marumbi, a guia apontou montanhas e a estação. A turma permaneceu no trem: seu destino naquele dia era Morretes.
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Perto do conjunto Marumbi, a guia apontou montanhas e a estação. A turma permaneceu no trem: seu destino naquele dia era Morretes.

5. A serra tem muitos moradores — cena 4: Lila guardou a embalagem do lanche na mochila. ‘Nossa lembrança será o desenho, não uma folha arrancada.’ Teco aprovou a ideia.
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Lila guardou a embalagem do lanche na mochila. ‘Nossa lembrança será o desenho, não uma folha arrancada.’ Teco aprovou a ideia.

A história · PDF, página 8

6. Morretes: rio e memória

Acompanhe a viagem e guarde as três descobertas da turma. CIDADE • PATRIMÔNIO • COMUNIDADE

6. Morretes: rio e memória — cena 1: Na estação de Morretes, o trem parou. Ana esperou a orientação da equipe, e os amigos desembarcaram juntos pela plataforma.
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Na estação de Morretes, o trem parou. Ana esperou a orientação da equipe, e os amigos desembarcaram juntos pela plataforma.

6. Morretes: rio e memória — cena 2: No centro, Pipo encontrou casas antigas, portas coloridas e gente trabalhando. ‘A cidade continua viva dentro de sua história!’, disse.
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No centro, Pipo encontrou casas antigas, portas coloridas e gente trabalhando. ‘A cidade continua viva dentro de sua história!’, disse.

6. Morretes: rio e memória — cena 3: À beira do rio Nhundiaquara, Lila observou a água e as montanhas ao fundo. A turma caminhou com Ana pelos espaços de passeio.
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À beira do rio Nhundiaquara, Lila observou a água e as montanhas ao fundo. A turma caminhou com Ana pelos espaços de passeio.

6. Morretes: rio e memória — cena 4: Teco admirou o trabalho de uma artesã. ‘Conhecer uma cidade também é escutar quem mora nela.’ A segunda pista cultural estava chegando.
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Teco admirou o trabalho de uma artesã. ‘Conhecer uma cidade também é escutar quem mora nela.’ A segunda pista cultural estava chegando.

A história · PDF, página 9

7. Um sabor chamado barreado

Acompanhe a viagem e guarde as três descobertas da turma. CULINÁRIA • TRANSFORMAÇÃO • CULTURA

7. Um sabor chamado barreado — cena 1: No restaurante, Ana apresentou o barreado: um cozido de carne bovina, preparado lentamente e tradicional no litoral do Paraná.
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No restaurante, Ana apresentou o barreado: um cozido de carne bovina, preparado lentamente e tradicional no litoral do Paraná.

7. Um sabor chamado barreado — cena 2: Ana mostrou uma panela já fria. “Barrear é vedar a tampa com uma massa. Isso ajuda a conservar o vapor durante o preparo tradicional.”
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Ana mostrou uma panela já fria. “Barrear é vedar a tampa com uma massa. Isso ajuda a conservar o vapor durante o preparo tradicional.”

7. Um sabor chamado barreado — cena 3: Na mesa, Ana ajudou a turma a servir uma pequena porção com farinha de mandioca e banana. Todos observaram o aroma e a textura.
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Na mesa, Ana ajudou a turma a servir uma pequena porção com farinha de mandioca e banana. Todos observaram o aroma e a textura.

7. Um sabor chamado barreado — cena 4: ‘A comida também guarda conhecimentos’, disse Lila. Pipo anotou a terceira descoberta: pessoas transmitem receitas e histórias de geração em geração.
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‘A comida também guarda conhecimentos’, disse Lila. Pipo anotou a terceira descoberta: pessoas transmitem receitas e histórias de geração em geração.

A história · PDF, página 10

8. Três descobertas, uma viagem

Acompanhe a viagem e guarde as três descobertas da turma. RECONTAR • COOPERAR • CELEBRAR

8. Três descobertas, uma viagem — cena 1: Depois do almoço, a turma abriu o caderno junto ao rio. Teco lembrou a mata e a água. Lila descreveu as pontes, os túneis e os trilhos.
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Depois do almoço, a turma abriu o caderno junto ao rio. Teco lembrou a mata e a água. Lila descreveu as pontes, os túneis e os trilhos.

8. Três descobertas, uma viagem — cena 2: Pipo falou do barreado e das pessoas de Morretes. ‘Missão cumprida! Nossa viagem juntou natureza, engenharia e cultura.’
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Pipo falou do barreado e das pessoas de Morretes. ‘Missão cumprida! Nossa viagem juntou natureza, engenharia e cultura.’

8. Três descobertas, uma viagem — cena 3: Ana convidou: ‘Vamos fazer uma revista de lembranças e um trem de papel? Assim poderemos compartilhar o que descobrimos.’ Todos concordaram.
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Ana convidou: ‘Vamos fazer uma revista de lembranças e um trem de papel? Assim poderemos compartilhar o que descobrimos.’ Todos concordaram.

8. Três descobertas, uma viagem — cena 4: Com o retorno combinado, os amigos se despediram de Morretes. Levaram desenhos, perguntas e o desejo de cuidar dos lugares que conheceram. Fim!
A AVENTURA CONTINUA · 4

Com o retorno combinado, os amigos se despediram de Morretes. Levaram desenhos, perguntas e o desejo de cuidar dos lugares que conheceram. Fim!

Descobertas · PDF, página 11

O caminho de Curitiba a Morretes

Leia de cima para baixo. Este roteiro destaca etapas da viagem e não está em escala.

O caminho de Curitiba a Morretes — esquema ou atividade, página 11

1 Curitiba

Embarque na Rodoferroviária. A viagem começa no planalto, em meio à paisagem urbana.

2 Piraquara

O trem segue pela região do planalto. Campos, construções e vegetação mudam o cenário.

3 Roça Nova

A região marca a passagem para a serra. Túneis ajudam o caminho a atravessar o relevo.

4 Serra do Mar

Mata Atlântica, vales e água. Entre os destaques estão a Ponte São João e o Viaduto do Carvalho.

5 Marumbi

O conjunto de montanhas e a estação fazem parte da paisagem. A turma continua até seu destino.

6 Morretes

Desembarque, passeio a pé pelo centro e descoberta do rio Nhundiaquara e do barreado.

O destino desta revista é Morretes

A ferrovia histórica foi construída até Paranaguá. No passeio Curitiba-Morretes, Morretes é o destino final. Ver uma estação pelo caminho não significa que todos os passageiros desembarcam nela.

Fontes: 1, 2, 3, 5, 7, 13. Etapas resumidas; não representa todas as estações.

Descobertas · PDF, página 12

Uma viagem por diferentes tempos

A ferrovia e as paisagens guardam memórias. Pessoas de muitas gerações ajudaram a construí-las.

Uma viagem por diferentes tempos — esquema ou atividade, página 12

Começam as obras

1880

A construção da ferrovia Paranaguá-Curitiba começou. Vencer as montanhas exigiu planejamento e muito trabalho.

Planalto e litoral conectados

1885

A ferrovia foi inaugurada, criando uma ligação importante para pessoas e mercadorias.

A paisagem ganha proteção

1986

A Serra do Mar paranaense foi tombada. Tombar significa reconhecer e proteger um patrimônio.

Nasce a Serra Verde Express

1997

A empresa foi criada para administrar o transporte de passageiros na ferrovia histórica.

Memória de Morretes

2022

O tombamento do conjunto histórico, urbanístico e paisagístico de Morretes foi concluído.

Construir e conservar são trabalhos coletivos

Engenheiros, trabalhadores da obra, equipes ferroviárias, moradores e profissionais do turismo participam dessa história. A paisagem reúne natureza e trabalho humano.

Fontes: 4, 5, 6.

Descobertas · PDF, página 13

Como embarcar no passeio?

A estação é o ponto de encontro entre quem vai viajar e a equipe do trem.

Como embarcar no passeio? — ilustração, página 13
Como embarcar no passeio? — esquema ou atividade, página 13

Bilhete é uma informação

Ele identifica a viagem reservada. Um adulto confere a data, o sentido e a opção escolhida.

Como embarcar no passeio? — esquema ou atividade, página 13

1 • Prepare com um adulto

2 • Encontre a equipe

Confira a reserva e as orientações de chegada e documentação enviadas pela operadora.

Na estação, procure o local indicado. Peça ajuda para localizar o carro e o assento.

3 • Espere a orientação

4 • Acomode-se

Aguarde o trem parado e o embarque autorizado. Use a plataforma e mantenha o grupo junto.

Guarde seus objetos, sente-se e escute a equipe. O passeio é uma experiência compartilhada.

O passeio começa antes da partida

Na plataforma, fique longe da borda. Em movimento, mantenha o corpo dentro do carro. Conhecer o caminho ajuda a cuidar de você e das outras pessoas.

Fontes: 1, 2. Orientações pedagógicas gerais; confira a sua reserva.

Descobertas · PDF, página 14

O trem por fora: partes e funções

Um trem pode reunir veículos conectados. A composição abaixo é um esquema de estudo.

O trem por fora: partes e funções — esquema ou atividade, página 14

COMPOSIÇÃO COM LOCOMOTIVA

1 2 3

Locomotiva Carro de passageiros Carro de passageiros

O trem por fora: partes e funções — esquema ou atividade, página 14

1 • Tração

2 e 3 • Passageiros

Na composição com locomotiva, ela fornece força para movimentar o conjunto.

São os carros onde as pessoas viajam. Janelas permitem observar a paisagem.

Rodas e trilhos

Engates

As rodas de aço apoiam o trem nos trilhos. O percurso foi construído para a circulação ferroviária.

Conectam os veículos e transmitem esforços entre eles. A equipe cuida da composição.

E a litorina das fotografias?

A litorina possui tração própria: seu carro tem um sistema que também produz movimento. Existem diferentes veículos e categorias no passeio. As fotos e os desenhos mostram exemplos.

Fontes: 1, 3, 6. Diagrama genérico sem escala.

Descobertas · PDF, página 15

O trem por dentro: viajamos juntos

O interior muda conforme o carro. Veja um esquema simples para entender as funções.

JANELAS

O trem por dentro: viajamos juntos — esquema ou atividade, página 15

CORREDOR

Cada carro pode ter uma organização diferente.

O trem por dentro: viajamos juntos — esquema ou atividade, página 15

Assentos

Corredor e portas

Acomodam os passageiros durante o trajeto. Observe de sua própria janela e compartilhe a descoberta.

Ajudam na circulação e no acesso. Deixe a passagem livre e siga a orientação da equipe.

Guia e equipe

Acessibilidade

Explicam paisagens e a ferrovia nas opções que incluem esse acompanhamento.

Se houver necessidade de apoio, um adulto conversa com a operadora antes da reserva.

Fonte: 3. Planta pedagógica genérica, sem escala.

Descobertas · PDF, página 16

Como um trem anda e para?

As peças trabalham em conjunto. O desenho explica o princípio, sem mostrar um motor específico.

Como um trem anda e para? — esquema ou atividade, página 16

ENERGIA QUE PRODUZ MOVIMENTO

ENERGIA SISTEMA MOTOR RODAS

As rodas impulsionadas fazem o trem se deslocar.

Como um trem anda e para? — esquema ou atividade, página 16

Para andar

Para seguir o caminho

O sistema de tração transforma energia em força nas rodas motrizes.

Rodas e trilhos formam um conjunto. As curvas do traçado conduzem a viagem.

Para controlar a velocidade

Para diminuir e parar

O maquinista e os sistemas de operação acompanham a circulação. O trem não escolhe o caminho sozinho.

Os freios reduzem o movimento. Um trem precisa de espaço e tempo para parar.

Uma pausa pode fazer parte do trajeto

Trens turísticos e de carga compartilham a ferrovia. A operação organiza a circulação, e podem ocorrer esperas para permitir a passagem de outro trem.

Fontes: 2, 3. Princípio ferroviário simplificado.

Descobertas · PDF, página 17

Túnel: um caminho pela montanha

Em alguns pontos, uma passagem pelo relevo ajuda a ferrovia a continuar seu caminho.

Túnel: um caminho pela montanha — esquema ou atividade, página 17

MONTANHA

PASSAGEM

Esquema do conceito de túnel, sem escala ou obra específica.

Túnel: um caminho pela montanha — esquema ou atividade, página 17

Dentro do túnel

O que sustenta?

A paisagem externa fica escura por um trecho. As pessoas permanecem em seu carro.

Projeto, terreno e estruturas trabalham juntos. A engenharia considera a rocha e o caminho do trem.

Ao sair

Pergunta de explorador

A luz e a paisagem reaparecem. Observe o que mudou na vista da janela.

Um túnel passa por dentro de uma parte do relevo. Uma ponte sustenta a passagem por cima de um espaço.

Fonte: 5. Desenho do conceito, não de uma obra específica.

Descobertas · PDF, página 18

Ponte São João e Viaduto do Carvalho

Dois destaques do caminho: estruturas que tornam possível atravessar terrenos difíceis.

Ponte São João e Viaduto do Carvalho — ilustração, página 18
Ponte São João e Viaduto do Carvalho — ilustração, página 18
Ponte São João e Viaduto do Carvalho — esquema ou atividade, página 18

Ponte São João

Viaduto do Carvalho

Atravessa um vale com uma estrutura metálica. Suas peças vieram da Bélgica para montagem no Brasil.

Acompanha a encosta em curva. Sua posição junto à montanha faz a vista parecer uma viagem no ar.

Ponte São João e Viaduto do Carvalho — esquema ou atividade, página 18

O trem permanece apoiado

Rodas, trilhos, estrutura e apoios trabalham juntos. A sensação de flutuar é causada pela vista do vale: o trem não voa nem fica sem apoio.

Converse: em qual foto a ferrovia acompanha mais de perto a parede da montanha? Aponte a curva e procure os apoios.

Fontes: 5, 7. Ilustrações inspiradas nas referências visuais.

Descobertas · PDF, página 19

Mata Atlântica: muitos verdes e vidas

A floresta é um ambiente cheio de relações. Nem todos os seus moradores aparecem na janela.

Mata Atlântica: muitos verdes e vidas — ilustração, página 19
Mata Atlântica: muitos verdes e vidas — esquema ou atividade, página 19

Biodiversidade

É a variedade de seres vivos. Plantas, animais e outros organismos formam a vida da floresta.

Mata Atlântica: muitos verdes e vidas — esquema ou atividade, página 19

Plantas de diferentes tamanhos

Plantas sobre outras plantas

Árvores, palmeiras e plantas menores ocupam espaços diferentes e oferecem abrigo e alimento.

Algumas bromélias vivem apoiadas nos troncos. Apoiar-se não é o mesmo que roubar alimento da árvore.

Animais em liberdade

Cuidar para continuar existindo

A região abriga aves, insetos, anfíbios e mamíferos. A observação depende de muitas condições.

Guarde os resíduos e preserve o lugar. Desenhos e lembranças podem viajar com você sem retirar seres vivos.

Desafio dos verdes

Conte quantos tons de verde você encontra na ilustração. Dois amigos podem perceber quantidades diferentes: conversem sobre o que cada um observou.

Fontes: 5, 8.

Descobertas · PDF, página 20

Marumbi: montanhas e conservação

O conjunto de montanhas do Marumbi compõe uma paisagem especial no caminho do trem.

Marumbi: montanhas e conservação — ilustração, página 20
Marumbi: montanhas e conservação — esquema ou atividade, página 20

Um conjunto de montanhas

Uma área protegida

O Marumbi reúne picos de diferentes formas. Montanha não é uma única paisagem: relevo, água e floresta se encontram.

O Parque Estadual Pico do Marumbi foi criado em 1990 para conservar a natureza da região.

Ver a estação não é desembarcar nela

A operadora informa uma parada para visitantes do parque. Quem tem Morretes como destino permanece no trem e segue até Morretes. Atividades de montanha exigem planejamento próprio.

Nossa turma observa do trem. Trilhos não são caminhos para passear a pé. Para conhecer áreas protegidas, use os acessos autorizados e siga a equipe local.

Fontes: 2, 8.

Descobertas · PDF, página 21

A água também conta uma história

Na serra, a água e o relevo participam da formação da paisagem.

A água também conta uma história — esquema ou atividade, página 21

UM CAMINHO POSSÍVEL DA ÁGUA

CHUVA SOLO E NASCENTES RIACHOS E RIOS

Parte da chuva entra no solo; outra parte escorre pela superfície. Nascentes alimentam cursos de água. Eles se encontram e seguem pelo relevo.

A água também conta uma história — esquema ou atividade, página 21

Cascata

Floresta e solo

A água desce por uma diferença de altura. Nem toda queda de água é visível durante a viagem.

Folhas, raízes e solo participam do caminho da água. Preservar a vegetação ajuda a cuidar desse ambiente.

Rio Nhundiaquara

Nossa atitude

Em Morretes, ele integra a paisagem e a história da cidade. Observe a água dos espaços de passeio.

Resíduos podem chegar aos rios. Guarde o lixo e use os locais adequados de descarte.

Lembrete de cientista: um desenho é um modelo. Nuvens, rios e nascentes não ficam organizados em caixinhas na natureza.

Fontes: 5, 8, 9. Esquema didático geral.

Descobertas · PDF, página 22

Morretes: um passeio para observar

Depois do desembarque, a história continua a pé, com um adulto e tempo para conversar.

Morretes: um passeio para observar — esquema ou atividade, página 22
Morretes: um passeio para observar — ilustração, página 22

Uma cidade viva

Moradores, comerciantes, artesãos e visitantes compartilham os espaços. Respeitar as pessoas faz parte do passeio.

Morretes: um passeio para observar — esquema ou atividade, página 22

1 • Centro histórico

2 • Rio Nhundiaquara

Observe telhados, portas e janelas dos casarões. Alguns lugares abrigam lojas, restaurantes e espaços culturais.

Caminhe pelos espaços de passeio e veja o rio e as montanhas. A água participa da memória da cidade.

3 • Igreja e construções

4 • Trabalho e cultura

A Igreja de Nossa Senhora do Porto é uma referência histórica. Observe sua posição no conjunto da cidade.

Conheça o artesanato e os produtos locais. Pergunte com respeito e escute quem mora e trabalha ali.

Roteiro de observação sugerido, não mapa de navegação. Visitas internas dependem de acesso e funcionamento. O retorno é combinado com o adulto responsável.

Fontes: 2, 4, 9.

Descobertas · PDF, página 23

Barreado: uma receita de memórias

O prato faz parte da tradição culinária do litoral paranaense e é muito conhecido em Morretes.

Barreado: uma receita de memórias — esquema ou atividade, página 23
Barreado: uma receita de memórias — ilustração, página 23

O que é?

Um cozido de carne bovina, preparado lentamente. Com o cozimento, a carne fica macia e se desfaz.

Barreado: uma receita de memórias — esquema ou atividade, página 23

Ingredientes e temperos

Tempo transforma

A carne e os temperos formam o cozido. Famílias e cozinheiros guardam seus modos de preparar.

O cozimento lento muda a textura da carne e forma um caldo. O preparo exige cuidado de adultos.

A panela e a tampa

Por que esse nome?

Tradicionalmente, usa-se panela de barro com a tampa vedada. Essa vedação ajuda a manter o vapor.

“Barrear” é vedar a panela com uma massa. Na tradição, a farinha de mandioca participa dessa vedação.

Aprender sobre o preparo não significa cozinhar sozinho. Nesta história, Ana apresenta uma panela fria, e os adultos cuidam do serviço.

Fontes: 10, 11, 12.

Descobertas · PDF, página 24

À mesa: sabores, histórias e respeito

A comida pode aproximar pessoas e revelar conhecimentos de uma comunidade.

À mesa: sabores, histórias e respeito — esquema ou atividade, página 24

O barreado pode ser servido com farinha de mandioca e banana. Na mesa da turma, Ana ajuda a colocar uma pequena porção no prato.

BARREADO FARINHA BANANA

À mesa: sabores, histórias e respeito — esquema ou atividade, página 24

Olhar e sentir o aroma

Farinha e caldo

Observe cores, textura e cheiro. Use palavras suas: cremoso, macio, quente, doce ou salgado.

Misturar farinha de mandioca e caldo muda a consistência. A receita e o modo de servir podem variar.

Escutar quem prepara

Respeitar as escolhas

Pergunte quem ensinou a receita e em quais ocasiões ela aparece. Cozinhar também é transmitir conhecimentos.

Cada pessoa tem gostos e necessidades. O adulto ajuda a escolher o alimento; ninguém precisa ser pressionado a provar.

Leve uma pergunta para casa: que receita da nossa família merece ser lembrada e contada?

Fontes: 10, 11, 12; referência visual do prato fornecida pelo usuário.

Atividades · PDF, página 25

Missão 1: coloque a viagem em ordem

Escreva de 1 a 5. Pense na ordem da aventura, do começo ao fim.

Missão 1: coloque a viagem em ordem — esquema ou atividade, página 25

CARTÃO A

Comer o barreado em Morretes.

CARTÃO B

Embarcar na estação de Curitiba.

CARTÃO C

Observar pontes e túneis na serra.

CARTÃO D

Reunir as três descobertas depois do almoço.

CARTÃO E

Desembarcar e passear pelo centro de Morretes.

Por que precisamos embarcar antes de ver a serra pela janela do trem? Explique com suas palavras.

Atividades · PDF, página 26

Missão 2: passageiros e lugares

Este trem de brinquedo tem 3 carros, com 8 lugares em cada um. Os números são inventados.

Missão 2: passageiros e lugares — esquema ou atividade, página 26

8 LUGARES

8 LUGARES

8 LUGARES

Carro 1

Carro 2

Carro 3

Missão 2: passageiros e lugares — esquema ou atividade, página 26

1 Quantos carros há nesse trem?

Missão 2: passageiros e lugares — esquema ou atividade, página 26

2 Quantos lugares há ao todo? Faça 8 + 8 + 8.

Missão 2: passageiros e lugares — esquema ou atividade, página 26

3 Se 5 lugares de um carro estiverem ocupados, quantos ficam livres?

Missão 2: passageiros e lugares — esquema ou atividade, página 26

4 Pipo, Lila, Teco e Ana usam 4 lugares. Quantos sobram em um carro de 8?

Desafio opcional: forme grupos de 8 tampinhas e conte de 8 em 8. No passeio real, o número de carros e de lugares varia.

Atividades · PDF, página 27

Missão 3: cartões do caminho

Recorte com ajuda de um adulto. Organize as etapas e conte o que acontece em cada uma.

Missão 3: cartões do caminho — esquema ou atividade, página 27

CARTÃO A Morretes

CARTÃO B Roça Nova

Estação, rio, passeio e barreado.

Passagem do planalto para a serra.

Missão 3: cartões do caminho — esquema ou atividade, página 27

CARTÃO C Curitiba

CARTÃO D Marumbi

Embarque na Rodoferroviária.

Montanhas e estação no caminho.

Missão 3: cartões do caminho — esquema ou atividade, página 27

CARTÃO E Piraquara

CARTÃO F Serra do Mar

Paisagens do planalto.

Floresta, túneis, pontes e vales.

Minha ordem: ______ ______ ______ ______ ______ ______

As etapas são um resumo do caminho, e não uma lista de todas as estações.

Atividades · PDF, página 28

Missão 4: cada parte tem uma função

Escreva a letra da parte ao lado de sua função.

A Estação

B Trilhos

C Ponte

D Túnel

E Carro de passageiros

F Engate

Passagem por dentro de uma parte do relevo.

Conecta os veículos da composição.

Lugar de embarque e desembarque.

Acomoda as pessoas durante a viagem.

Sustenta o caminho sobre um vale ou rio.

Forma o caminho de aço por onde o trem segue.

Desafio: escolha duas partes e explique como elas ajudam uma viagem de trem a acontecer.

Atividades · PDF, página 29

Missão 5: o mundo na minha janela

Desenhe uma paisagem que você viu na revista. Depois identifique o que observou e o que imaginou.

MINHA JANELA PARA A SERRA

Uma coisa que está na história:

Uma coisa que eu acrescentei com a imaginação:

Circule as atitudes que cuidam do lugar:

Guardar a embalagem do lanche.

Arrancar uma planta para levar para casa.

Observar a paisagem sem sair do trem em movimento.

Atividades · PDF, página 30

Missão 6: meu trem de papel

Vamos criar um trem plano para inventar viagens. Use o molde da página 31.

Missão 6: meu trem de papel — esquema ou atividade, página 30

MATERIAIS

Página 31 impressa em 100% • lápis de cor • cola • folha ou papelão fino para base opcional • tesoura com ponta arredondada, usada com ajuda de um adulto.

1 Pinte antes de recortar

Escolha as cores. Desenhe Pipo, Lila e Teco nas janelas. Identifique a locomotiva e os dois carros.

2 Recorte as três peças

Com um adulto, recorte os contornos externos pontilhados. Preserve as duas abas: elas são os pontos de união.

3 Ligue os veículos

Cole a aba A da locomotiva atrás da borda esquerda do carro 1. Cole a aba B do carro 1 atrás do carro 2.

4 Crie o caminho

Coloque o trem sobre uma folha. Desenhe trilhos, montanhas, um túnel e um rio. Mova o trem com a mão e conte a viagem.

Compare: no modelo, sua mão produz o movimento. No trem real, o sistema de tração faz esse trabalho. As rodas desenhadas do molde são decorativas.

Atividades · PDF, página 31

Molde: três peças para uma viagem

Pinte e recorte os contornos pontilhados. Cole as abas no verso do próximo veículo.

Molde: três peças para uma viagem — esquema ou atividade, página 31

LOCOMOTIVA

ABA A

Molde: três peças para uma viagem — esquema ou atividade, página 31

CARRO 1

ABA B

CARRO 2

Molde: três peças para uma viagem — esquema ou atividade, página 31
Molde: três peças para uma viagem — esquema ou atividade, página 31

Depois de montar, sua composição terá cerca de 35 cm de comprimento. Você pode montar sobre a mesa ou colar em uma base maior. O desenho é plano e não está em escala ferroviária.

Atividades · PDF, página 32

Missão 7: memória da viagem

Oito cartões, quatro pares. Recorte com um adulto e vire as imagens para baixo.

Missão 7: memória da viagem — esquema ou atividade, página 32

Trem Ponte

Missão 7: memória da viagem — esquema ou atividade, página 32

Folha Barreado

Missão 7: memória da viagem — esquema ou atividade, página 32

Folha Trem

Missão 7: memória da viagem — esquema ou atividade, página 32

Barreado Ponte

Ao encontrar um par, diga o que ele lembra: transporte, engenharia, natureza ou cultura. Combine a vez de cada pessoa e ajude quem precisar.

Atividades · PDF, página 33

Missão 8: passaporte de explorador

Preencha pela leitura, sem precisar fazer a viagem real.

Meu nome:

Data:

Localizei Curitiba e Morretes no roteiro.

Expliquei a função de uma ponte ou de um túnel.

Reconheci uma parte do trem.

Descobri algo sobre a Mata Atlântica.

Aprendi o nome do rio de Morretes.

Contei o que é o barreado.

Combinei uma atitude de cuidado com o lugar.

Minha descoberta favorita:

Uma pergunta que ainda quero investigar:

Atividades · PDF, página 34

Missões 9 e 10: viajar com a família

Duas brincadeiras para conversar e compartilhar descobertas sem telas.

9 • ENTREVISTA DE VIAJANTE

Em dupla, uma pessoa será a repórter e a outra, a viajante. Faça as perguntas, escute até o fim e depois troquem os papéis.

• O que mudou na paisagem ao longo da viagem?

• Como pontes e túneis ajudam o trem?

• O que você gostaria de observar em Morretes?

• Qual descoberta você contaria para alguém?

Uma resposta que me surpreendeu:

10 • RECEITA QUE CONTA HISTÓRIA

Converse com alguém da família sobre uma receita querida. Pergunte quem ensinou, quais ingredientes ela usa e em que ocasiões é preparada.

Desenhem juntos a comida e contem uma memória. A brincadeira é conversar e desenhar: não é necessário cozinhar.

A receita da nossa história é:

Para colorir · PDF, página 35

Vamos colorir a viagem!

Pinte a turma, o trem e a paisagem. Procure a mata e as montanhas.

Vamos colorir a viagem! — ilustração, página 35

Para colorir · PDF, página 36

Morretes ganha as minhas cores

Pinte o rio, os casarões e o almoço da turma. Imagine um dia bonito de passeio.

Morretes ganha as minhas cores — ilustração, página 36

Para adultos e referências · PDF, página 37

Guia para família e educadores

Sugestão: duas ou três sessões de 20 a 30 minutos, respeitando o interesse e o ritmo da criança.

Guia para família e educadores — esquema ou atividade, página 37

Antes da leitura

Durante a história

Pergunte o que a criança sabe sobre trens. Mostre Curitiba e Morretes em um mapa real. Anote uma pergunta que ela gostaria de investigar.

Leia as falas com expressão e faça as pausas de conversa. Observe como mudam a paisagem e as descobertas. Separe ficção e informação.

Explore os modelos

Depois da leitura

Use os esquemas para reconhecer partes e funções. Compare um túnel e uma ponte. Explique que os desenhos não têm escala real.

Escolha atividades conforme a idade. A criança pode responder falando, desenhando ou ditando. Apoie o recorte e a montagem do trem.

Guia para família e educadores — esquema ou atividade, página 37

Objetivos de aprendizagem

Recontar uma sequência; reconhecer paisagens e funções dos transportes; relacionar natureza e ação humana; contar e comparar quantidades; valorizar a cultura alimentar; cooperar.

Como observar o aprendizado

Peça: “Conte o caminho em três momentos”, “Por que o trem não voa no viaduto?” e “O que uma receita pode ensinar?”. Valorize as explicações e as novas perguntas.

Adapte o material ao planejamento da turma e às necessidades de participação de cada criança. Os objetivos não substituem o currículo nem recebem códigos de habilidades automaticamente.

Para adultos e referências · PDF, página 38

Respostas e novas conversas

As respostas ajudam a conversar. Desenhos, relatos e preferências admitem soluções diferentes.

Respostas e novas conversas — esquema ou atividade, página 38

Missão 1 • Sequência

Ordem dos acontecimentos: B, C, E, A, D. Nos cartões, de cima para baixo: 4, 1, 2, 5, 3. Primeiro embarcamos; depois viajamos, passeamos, almoçamos e reunimos descobertas.

Missão 2 • Quantidades

1: três carros. 2: 24 lugares (8 + 8 + 8). 3: três lugares livres (8 - 5). 4: quatro lugares livres (8 - 4). Os números são do trem fictício da atividade.

Missão 3 • Etapas do caminho

C, E, B, F, D, A: Curitiba, Piraquara, Roça Nova, Serra do Mar, Marumbi e Morretes. As etapas resumem o percurso.

Missão 4 • Funções

De cima para baixo: D, F, A, E, C, B. Túnel, engate, estação, carro de passageiros, ponte e trilhos.

Missão 5 • Observar e cuidar

Circule guardar a embalagem e observar sem sair do trem em movimento. Arrancar plantas não conserva o lugar. Acolha os elementos criados no desenho e diferencie-os dos observados.

Missão 6 • Trem de papel

A aba A liga a locomotiva ao carro 1. A aba B liga o carro 1 ao carro 2. É um modelo plano, movido pela mão, com rodas desenhadas.

Missões 7 a 10 • Memória e convivência

São quatro pares: trem, ponte, folha e barreado. O passaporte, a entrevista e a receita familiar têm respostas pessoais. Observe a escuta, a explicação e o respeito às diferenças.

Para adultos e referências · PDF, página 39

De onde vêm as descobertas?

Fontes consultadas em 11 de outubro de 2026. Clique nos links para continuar a pesquisa.

1 Serra Verde Express • Bilhete Curitiba-Morretes

serraverdeexpress.com.br/train/bilhete-curitiba-morretes

2 Serra Verde Express • Perguntas frequentes

serraverdeexpress.com.br/page/faq

3 Serra Verde Express • Veículos e categorias

serraverdeexpress.com.br/page/vagoes

4 Patrimônio Cultural do Paraná • Centro histórico de Morretes

patrimoniocultural.pr.gov.br/Pagina/28-I-e-180-II-Conjunto-Historico-Urbanistico-e-Paisagisti...

5 Patrimônio Cultural do Paraná • Serra do Mar e ferrovia

patrimoniocultural.pr.gov.br/Bem-Tombado/Serra-do-Mar

6 Serra Verde Express • História da empresa

serraverdeexpress.com.br/page/a-serra-verde-express

7 Prefeitura de Curitiba • Ponte São João e Viaduto do Carvalho

curitibacriativa.curitiba.pr.gov.br/noticias/detalhes/75648

8 Instituto Água e Terra • Parque Estadual Pico do Marumbi

iat.pr.gov.br/Pagina/Parque-Estadual-Pico-do-Marumbi-PEPM

9 Prefeitura de Morretes • História e pontos de observação

morretes.pr.gov.br/pagina/907_Historia-da-Cidade.html

10 Turismo do Paraná • Gastronomia e origem do nome barreado

turismo.pr.gov.br/Pagina/TURISMO-GASTRONOMICO

11 Prefeitura de Morretes • Barreado e indicação de procedência

morretes.pr.gov.br/noticiasView/972_Barreado-e-reconhecido-como-simbolo-da-cultura-gastronomi...

12 Turismo do Paraná • Pratos culinários, boletim de 2025

turismo.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2025-10/boletim_gastronomi...

13 Biblioteca Nacional • Fotografias históricas: Piraquara e Roça Nova

brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/browse?etal=-1&offset=7793&order=ASC&rpp=100&sort_...

Como usar o material

A narrativa e seus personagens são fictícios. Etapas, espaços e mecanismos estão simplificados. A aparência dos veículos pode variar. Bilhete avulso e pacote têm inclusões diferentes: um adulto confirma as condições antes de visitar.

Para adultos e referências · PDF, página 40

Diploma de explorador

Complete, imprima e guarde a lembrança das suas descobertas.

EXPLORADOR DA SERRA DO MAR E DE MORRETES

Diploma de explorador — ilustração, página 40
Diploma de explorador — ilustração, página 40
Diploma de explorador — ilustração, página 40

Este diploma celebra as descobertas de

que viajou pela leitura, conheceu o trem e reuniu saberes da natureza, da

engenharia e da cultura do Paraná.

Data: Assinatura:

Curiosidade + cuidado + boas histórias!

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